Google: A história de 11 anos de vida em 2 minutos

Add comment Outubro 30, 2009

e-mail faz hoje 40 anos

A primeira mensagem de correio electrónico foi trocada em 1969 e continha apenas duas letras.

O correio, como nós o conhecíamos antes do advento dos computadores, já mudou radicalmente de conceito há 40 anos. Ainda que a primeira mensagem tivesse apenas duas letras e um ponto (LO.) foi um histórico e revolucionário passo para o que tomamos hoje por adquirido. A 29 de Outubro de 1969, foi enviada a primeira mensagem de correio electrónico entre 2 computadores, situados em locais distantes, do laboratório de Leonard Kleinrock para o de Douglas Englebart no Stanford Research Institute. A mensagem trocada era para conter a palavra LOG-IN mas foi abaixo durante a transmissão.

Intrinsecamente ligado ao e-mail está o caracter @ como nós bem o conhecemos. O que já não será tão certo para muitas pessoas é a utilidade do @ nas mensagens e nos sistemas informáticos. Inventado em 1971, o arroba serve para separar – numa mensagem de correio electrónico – o endereço do utilizador e o domínio no servidor. Ou seja, quando mencionamos o e-mail antonio.castro@goweb.pt, no fundo o que estamos a transmitir é que vamos enviar uma mensagem para o utilizador “antonio.castro” no dominio e servidor “goweb.pt” usando o separador @ que significa em, ou no inglês “at”. Se ouvir alguém a dizer envia-me o mail para “sergio at sapo.pt” não estranhe.

Antonio de Castro
Social Media Manager
antonio.castro@goweb.pt

 

Add comment Outubro 30, 2009

Gestão de conteúdos e tendências web em 2007

P: Os sites e os portais já se assumiram como canais de comunicação alternativos das empresas/organizações nacionais. No entanto, estas ainda descuram muito a componente de conteúdos e a sua actualização. Na vossa opinião a que se deve esta realidade?

R: Se por um lado assistimos a uma crescente procura e difusão das páginas de Internet ao serviço das empresas enquanto canal de comunicação integrante da estratégia empresarial, sente-se ainda que não é uma prioridade ou uma preocupação sistemática manter o site actualizado, formatado ou agilizado em consonância com as estratégias comerciais. A colocação do canal web em segundo plano, é reflexo de uma mentalidade que ainda descura a importância de um canal vendedor por excelência, com informação esclarecedora e eficaz, com mecanismos de resposta rápidos e concisos, como o é uma página de Internet bem pensada, planeada e gerida de forma eficaz, com objectivos claros.

P: As empresas/organizações nacionais já se aperceberam dos custos de ter um site desactualizado, sem qualquer dinâmica?

R: Dependendo do tipo de organização, natureza do negócio ou mentalidade da gestão de topo incutida no seio organizacional da empresa, é passível de serem verificadas variações do nível de consciência do prejuízo. Uma empresa de comércio electrónico que vende milhares de produtos on-line e que depende estruturalmente desse canal para a consolidação das suas vendas e objectivos comerciais, terá forçosamente mais percepção da gravidade da desactualização de um produto, preço ou stock existente. Contrariamente, uma empresa que considere – erradamente – a sua página de Internet complementar aos serviços ou produtos que disponibiliza, terá menor percepção da sua importância e da gravidade da situação. Exemplificando como um pormenor mínimo pode significar bastante: uma empresa que tenha no seu site a notícia “mais recente” com data de publicação de há dois anos, poderá significar inércia, falta de dinamismo e acomodação. Passa uma imagem danosa, apesar da pequena dimensão do “erro”.

P: O que é preciso mudar na mentalidade das empresas/organizações nacionais para que
evoluam neste domínio?

R: A mentalidade empresarial é um organismo vivo, mutável, em construção e amadurecimento contínuo, mas de difícil e custosa progressão em muitas empresas. Ainda é considerável o número de organizações que por cultura empresarial ineficiente considera uma página de Internet secundária, ou pouco necessária para o seu negócio. Para mudar, é necessária a efectiva percepção do erro cometido, e isso é uma questão de formação que começa no topo das empresas e contagia positivamente todos os colaboradores.

P: O TCO das soluções que servem esta área pode ainda ser a justificação para não investir na gestão e dinamização de conteúdos Web?
R: Quando uma solução web é bem estruturada e serve o propósito de uma empresa e do seu modelo de negócio, o TCO (Total Cost of Ownership) nunca poderá ser considerado justificação para não investir. Há empresas cujo “core business” é a web, o seu modelo de negócios é “web-based” e a consequente capacidade de actualização, gestão e dinamização de conteúdos é um factor de sucesso chave. Mesmo para as empresas cujo “core business” não é a web, a gestão e dinamização de conteúdos ao serviço da própria empresa significa um controle sobre a própria página, uma consequente redução de custos com intervenções especializadas de empresas ou profissionais de web design e programação e uma facilidade de agilização muito grande.

P: O retorno do investimento nesta área é muito demorado?
R: Depende bastante do modelo de negócio e do montante necessário à concretização dos objectivos. Um site que
apresente um produto único baseado num modelo de negócio altamente inovador, seja pelo produto ou pela
forma como o mesmo é promovido, pode significar um investimento mínimo com alto grau de rentabilidade
imediato ou a curto prazo, com baixíssimos custos directos associados ao site e às ferramentas de gestão de
conteúdos do mesmo. Uma vez mais, as ferramentas e os canais web servem os modelos de negócio, podendo
por vezes serem os próprios modelos o produto, como o caso do You Tube. Uma ferramenta de gestão e partilha global on-line de vídeos, transformou-se rapidamente num “produto” apetecível pelo Google que o adquiriu recentemente. Passou de ferramenta a produto e a modelo de negócio imitável. Existe uma relação intrínseca entre o canal web, o produto que promove e a forma como o mesmo é comercializado que não pode ser dissociável.

P: Na vossa opinião, que drivers conduzirão o mercado de aplicações de gestão de
conteúdos Web durante este ano?

R: Acredito que o conceito web 2.0 e uma série de ferramentas e modelos associados de produção e distribuição de conteúdos (R.S.S, Folksonomy, Podcasts, Weblogs entre outros aspectos muito próprios web 2.0) trará contribuições positivas aos C.M.S., de forma directa ou indirecta. Uma característica fundamental para as aplicações em causa é o conceito “user friendly” e a usabilidade necessária associada. Este conceito é de tal forma importante e tantas vezes negligenciado que se torna fundamental que seja um dos principais “drivers” deste tipo de aplicações, já muitas vezes assumido mas ainda poucas vezes implementado de forma sistematizada ao serviço da simplicidade para o utilizador final.
Outro dos aspectos fundamentais que está a marcar a web 2.0 e as novas tendências de produção de
informação é o “user empowerment” e a capacidade que cada pessoa tem de criar o seu próprio mundo
informativo. Enquadrado numa lógica colaborativa empresarial poderá ser um trunfo altamente eficaz.

P: De que forma as tecnologias “open source” estão a impor-se neste segmento de
mercado e que vantagens oferecem sobre as tradicionais?

As tecnologias “open source” permitem que se aja sobre elas, que se modifique o código e que se personalize a sua utilização. No entanto, nem sempre são fáceis de instalar, personalizar e usar na perspectiva do utilizador que pretende simplicidade e eficácia. As soluções desenhadas profissionalmente fornecem não apenas o know-how técnico do desenho, do código e da integração das ferramentas com o site final, como também oferecem apoio e consultoria por quem as fornece. Essa será a grande vantagem comparativamente às soluções C.M.S Open Source.

P: Na vossa opinião, que componentes devem integrar uma solução de gestão de conteúdos Web?

R: Os componentes que devem integrar uma solução de gestão de conteúdos web são muito variáveis em função do objectivo do site e modelo empresarial. Poderemos no entanto arriscar uma configuração mínima ideal que deverá conter os seguintes componentes:

RTE (formatação de texto, inserção de links e gestão simples de tags de html)
Gestor de imagens ( inserção e formatação de imagens)
Gestor de documentos (disponibilização de documentos multi-formato por categorias)
Gestão de menus e páginas ( fácil criação de menus, sub-menus, páginas e sub-páginas )
Gestor de formulários (criação simples de categorias, formulários com gestão de remetentes, mensagens de sucesso, etc…).

nota: serão bem complementados com uma ferramenta de análise estatística do site ou com um cruzamento/integração com ferramentas externas como o Google Analytics.

P: Quanto pode custar e que factores podem influenciar o preço?

R: O preço de uma solução de Gestão de conteúdos web varia em função do tipo de site, do grau de personalização e dos componentes instalados. Um site com catálogo e “e-commerce” altamente personalizado, integrado com sistemas de facturação e gestão de stocks, pode custar facilmente dezenas de milhares de euros. Por outro lado, podemos verificar no mercado soluções que rondam os 1000 euros. O preço final é fruto de todas as variáveis do projecto em causa.

P: Que soluções e serviços disponibilizam nesta área e quais as suas características?
A Goweb disponibiliza uma plataforma de gestão de conteúdos altamente customizável, modular e com um grau de simplicidade bastante evidente, o que se torna uma característica fundamental para a empresa/utilizador final que compra a solução. A diversidade dos componentes que se agregam e integram na nossa plataforma cobrem uma grande parte das necessidades iniciais do nosso “target” empresarial. Quanto se torna necessário desenhar e implementar uma solução mais específica, estuda-se a forma mais eficaz de desenvolver e integrar, obedecendo aos princípios de usabilidade e simplicidade de gestão.

António Castro
Gestão de Comunicação e Projectos Web
Semana Informática, Abril 2007
Tema: “Gestão de Conteúdos Web nas empresas”

Add comment Outubro 29, 2009

[Estudo] Banda Larga e Velocidades de Acesso no mundo!

Estes são os dados mais recentes apresentados por um estudo efectuado às “Velocidades de Internet e custos no mundo”, pela IWS (Internet Word Stats) no qual se apresentam duas métricas interessantes: relação de custo por mbps e velocidade média de acesso a banda larga por país.

No ranking de países, Portugal ocupa uma surpreendente posição, na métrica velocidade média de acesso de transmissão de dados em banda larga. À frente de países como os Estados Unidos, Alemanha e Reino unido, Portugal tem 8 mbps de velocidade com um custo de 10.99 dólares. O Japão, que ocupa o primeiro lugar deste estudo, navega com médias de 61 mbp, seguido pela Coreia e pela Finlândia.

internet_speed_connections

Add comment Outubro 29, 2009

Google Social Search – pesquisas mais sociais

O Google, com a sua visão acutilante e “orientadora” de tendências web e novos produtos, acaba de lançar uma novidade ainda em fase de teste: o Google Social Search. Esta nova e preciosa abordagem no universo das pesquisas promete centrar e apresentar resultados no universo mais focalizado nas redes sociais. Esta abordagem da Google é mais um incontornável facto que deve orientar as empresas na sua aposta no marketing digital e relacional. Se o maior motor de busca do mundo acha pertinente ter uma ferramenta global de apresentação de resultados na esfera social, as empresas que ainda não pensam assim estarão certamente condenadas ao carácter obsoleto do papel e dos modelos tradicionais de gestão de comunicação, publicidade e marketing.

nota: esta funcionalidade de “pesquisa social” está apenas disponível para já através do Google Labs ao qual poderá aceder bastando usar a sua conta Google e explorar a presença da sua empresa na web.

É tempo da sua empresa começar a pensar na construção de uma presença social digital, usando os canais das redes sociais para fortalecer os seus laços com a comunidade, angariar novos utilizadores/clientes e manter esses laços estreitos de fidelização e simpatia com a marca. Se não acredita em nós, acredite no Google.

António de Castro
Social Media Manager

Add comment Outubro 27, 2009

Sondagens web 2.0

survs.com - colaborative surveys online

survs.com - colaborative surveys online

O mundo colaborativo e a web 2.0 ( teoria e conceito abrangente que serve para designar as formas de interacção colaborativa digital ) chegou às sondagens, materializado numa aplicação interessante disponível em http://www.survs.com/.

Crie sondagens de forma simples, num interface agradável, com possibilidade de inserir questões múltiplas, personalizar os temas e opções de publicação poderosas. Depois de criada uma sondagem, pode distribuir por e-mail, através de um link ou publicar na sua própria página web.

Add comment Setembro 25, 2009

Sabias 4.0? A mudança da web 2.0 e além…

Todos os paradigmas de informação que conhecíamos e sobre os quais aprendemos a conceber o mundo, a comunicação e as formas de veicular mensagens estão drasticamente obsoletas. Enquanto este post foi escrito, algo mudou em mim, em si, no mundo e na forma como daqui a um ano se vai percepcionar a informação. Algures, num escritório, numa “startup” ou no seio de um conjunto de estudantes, um novo conceito viral, um novo futuro “media” está a despontar. Esta é a nova realidade mundial, pessoal e que poucas empresas ( felizmente casos como a Procter & Gamble não sofrem de cegueira ) tomaram como realidade absoluta no seu panorama económico, estratégico e nas suas estratégias de marketing.

Este vídeo, fruto também nas novas tendências visuais, ajuda a perceber as recentes mudanças nos paradigmas da comunicação escrita, impressa, digital e algumas novas atitudes para se encarar o futuro.

Add comment Setembro 22, 2009

Twitter: ganha dinheiro com a tua conta

Twitter: Simple is beatifull.

Queres ganhar dinheiro com os teus Twitts?
Sem esquemas, fraudes ou letras pequeninas!

A genialidade da simplicidade é desarmante porque é … simples. E tendencialmente, quanto mais se pensa, mais se complica e mais distante nos tornamos do conceito original. O Twitter é a excelência do simples transformado em genial. Enquanto todos andava a tentar dar mais funcionalidades às suas plataformas, o Twitter inverteu a tendência e deu mais utilizadores à sua plataforma, oferecendo apenas o óbvio: 140 caracteres! Simples, não? Genial … Claro.

Em torno do simples, do genial e do Twitter, várias ferramentas se desenvolveram, tirando partido das APIs do produto Twitter, gerando novos negócios, economias paralelas e sempre em torno do minimalismo inicial do passarinho que pia imenso com poucas palavras de cada vez. Tal é o caso de Magpie, uma plataforma de publicidade através da tua conta do Twitter e que merece ser descoberta!

Visita o site da Magpie Twitter Advertising e começa já a ganhar dinheiro!

Add comment Setembro 15, 2009

Clínica cura viciados em Net – JN

A dependência dos novos meios tecnológicos atinge de forma inegável tanto as empresas como as pessoas, modificado a sua vida e moldando as suas actividades pessoais, sociais e profissionais. Quantos de nós já sentem que um PC é uma ferramenta de produtividade inútil sem ligação à rede global ou às ferramentas sobre as quais aprendemos a depender de forma incontornável. A título pessoal, como utilizador intensivo de redes sociais e ferramentas de social networking e partilha de dados, admito e afirmo que recentemente, numa das quebras do Twitter, por ataque DOS ( Denial of Service ) fiquei impotente para realizar algumas das tarefas profissionais que me são mais usuais e importantes.

A propósito disso, partilho este artigo interessante e que nos obriga a reflexão, sobre a dependência social que já temos em relação à net.

António Castro
Social Network Manager

Texto Original

Uma clínica norte-americana propõe-se a curar viciados em Internet com um tratamento que inclui um afastamento da rede global por 45 dias.A reSTART, nascida em Seattle, nos EUA, é obra de uma terapeuta que já há vários anos tem tratado casos de pessoas viciados em Internet e jogos de vídeo. Hillary Cash registou o primeiro caso de vício neste género de situações em 1994, quando um paciente perdeu dois empregos e arruinou o casamento por jogar computador.A terapêutica da clínica, que nasceu numa das áreas com mais empresas tecnológicas dos Estados Unidos da América, inclui aconselhamento psicológico e ajuda os pacientes a criar laços de amizade com os outros viciados, enquanto fazem tarefas domésticas, dão passeios a pé ou fazem exercício, refere o jornal britânico The Guardian.Esta é a primeira clíncia do género nos EUA, mas a fundadora refere que em países como a China, Coreia do Sul ou Taiwan já existem sítios onde os viciados em Internet podem procurar ajuda.Para quem suspeita que está viciado em Internet, Hillary Cash tem um questionário disponível online. Uma das questões é: “Sente exaustão crónica por dormir pouco, ganho de pesso por falta de exercício, saúde debilitada por má nutrição ou outro problema físico por estar demasiado tempo a navegar na Internet ou a jogar computador?”.O tratamento custa cerca de 10 mil euros e prolonga-se por 45 dias de internamento num ambiente sem possibilidade de acesso à Internet.

Fonte: JN

Add comment Setembro 5, 2009

Procter & Gamble usa rede social para aproximar funcionários – Internet – IDG Now!

Parece banal, simples e apenas óbvio que uma “intranet” seja rapidamente vista como modelo primário e ultrapassado por oposição a ferramentas colaborativas, fáceis de usar e com fluxos de informação relacionais, permitindo a que cada colaborador, geograficamente independente, possa ter no mesmo espaço um canal agregado e um veículo de transmissão de informação por si produzida.

Contudo, a maior parte das empresas portuguesas, incluindo algumas de reputada dimensão, são cegas e antiquadas ao ponto de usarem intranets fechadas, wikis de difícil actualização para a maior parte dos seus utilizadores e outras ferramentas dispersas que diminuem o fluxo de produtividade e castram a criatividade espontânea.

Felizmente, a Procter & Gamble não acredita nesses princípios.

António Castro

Artigo original

“Antes do lançamento oficial da ferramenta, cerca de 12 mil usuários de todo o mundo já acessam a solução corporativa de integração.”

As tecnologias tradicionais de comunicação entre os profissionais, como e-mail e sistemas de mensagens instantâneas, tendem a facilitar o trabalho em equipe. A Procter & Gamble (P&G) – uma das maiores fabricantes mundiais de produtos na área de consumo -, no entanto, expandiu essa visão de colaboração ao incorporar as ferramentas de web 2.0 em uma única plataforma global, voltada a estimular a troca de informações entre pessoas que apresentam interesses e objetivos comuns, mas pouco contato no cotidiano.

A ideia do projeto de uma rede social surgiu quando a empresa deparou-se com a constatação de que os seus mais de 138 mil funcionários, espalhados em 160 países, tinham ideias e experiências que poderiam ser compartilhadas, independentemente da distância geográfica. A partir daí, a equipe de Global Business Services (Serviços Globais de Negócio, em português) decidiu criar uma intranet para permitir a troca de informações e de conhecimentos entre os funcionários.

Na prática, a Procter & Gamble iniciou o projeto por um grupo pequeno de usuários, selecionados nas áreas de TI, inovação, pesquisa e desenvolvimento e marketing. Depois de testar wikis, blogs e outras ferramentas, a empresa selecionou uma aplicação corporativa de web 2.0 – desenvolvida pela Telligent. Intitulada de PeopleConnect, a solução é parecida com o Facebook, ao permitir que os usuários criem seus perfis, status, participem de grupos de discussão e compartilhem notícias e informações.

Atualmente, cerca de 12 mil usuários já participam da iniciativa, que ainda não foi divulgada formalmente na companhia. E a Procter & Gamble já incorporou algumas facilidades, como uma ferramenta corporativa de busca a partir da qual os funcionários conseguem acessar informações no ambiente de Web 2.0.

Apesar da empresa monitorar a adoção da plataforma e contar com métricas de desempenho, ainda não há como estimar o impacto real da ferramenta. “Esta plataforma trouxe velocidade, transparência e uma capacidade de engajamento das pessoas nunca antes vistas na P & G”, observa o gestor de arquitetura corporativa da empresa, Michael Fulton.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br

1 comment Setembro 4, 2009

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