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O marketing em 2010: previsões e tendências

In Blogroll on Dezembro 15, 2009 at 6:17 pm

A mudança de paradigma da sua actividade de marketing já começou. Está preparado para comunicar a baixo custo e de forma eficaz com os seus utilizadores?
Prepare a sua marca para a “conversa social”, na qual os consumidores são amigos da sua marca.

Agora que o ano acaba, é altura de verificar as tendências de investimentos em marketing, para 2010, para que a sua empresa se oriente no investimento que deve fazer. De acordo com os estudos internacionais efectuados, o investimento em media e canais tradicionais vai continuar a abrandar, e as empresas vão continuar a canalização dos fundos para marketing através da publicidade em plataformas digitais e sociais. A televisão, rádio, jornais e revistas já viram este ano uma nova e repetida tendência de diminuição do investimento: o cenário mantém-se em 2010.

Mesmo depois da crise ser ultrapassada e da “normalização” do cenário económico internacional, prevê-se que a tendência do investimento em canais de comunicação tradicionais nunca mais seja o mesmo. Porquê?
Antes do aparecimento dos novos media de investimento em canais digitais, havia uma grande parte do investimento económico que era incerto, difícil de medir e com retorno duvidoso. Ou seja, o que os marketeers faziam era explorar ao máximo o budget publicitário para tentar atingir a maior audiência possível, ainda que muito do dinheiro gasto não resultasse em nada.

Agora, existe uma nova mentalidade de “ratios” e eficácia do dinheiro investido: maior investimento em canais low-cost e mais eficazes na sua relação one-2-one. Se era frequente e aceite pela generalidade das empresas a promoção em directórios e canais de marketing dispendiosos, as tecnologias recentes permitem às empresas desenvolverem esforços de comunicação e campanhas bem desenhadas, tendo como veículo o seu site e os seus próprios recursos: e-mail marketing; vídeos promocionais, lojas com promoções, tudo gerido pela empresa e preços competitivos.

A par desta realidade já instalada, a canalização de fundos para marketing foge também dos canais pagos para se desviar para as redes sociais e comunidades em que o consumidor gera o conteúdo. Os marketeers estão genuinamente interessados na criação de um relacionamento digital envolvente, mais do que na inundação de canais com banners alusivos aos produtos que querem ver anunciados. E neste caso, as redes sociais são um canal de elevado grau de fidelização e eficácia: por um lado, são low-cost; por outro, criam conversações reais com os consumidores.

DICAS

1 – Não descure a importância das redes sociais para ouvir os consumidores
2 – Faça e mantenha o seu perfil das redes sociais tão actualizado como a sua actividade
3 – Transforme as opiniões dos seus consumidores em tendências de desenvolvimento e políticas de satisfação
4 – Considere seriamente a criação de campanhas de publicidade on-line com gastos bem medidos e objectivos concretos.
5 – Crie campanhas que sejam tão interessantes que os seus clientes vão tomar a liberdade de as partilhar
6 – Se o seu site ainda não tem qualquer forma de interactividade, promoção de produtos ou ligação com as redes sociais, está à espera de quê para mudar?

António de Castro
Social Media Manager
www.goweb.pt

As redes sociais geram negócios

In Blogroll on Dezembro 15, 2009 at 11:37 am

As redes sociais e os modelos de comunicação que envolvem as redes sociais, geram negócios para as empresas. O segredo é saber como as usar de forma eficaz e envolver os utilizadores/consumidores com objectivos bem definidos.

A suposição de que as redes sociais (ex: Facebook , Twitter), só interessam a grandes marcas – presente na cabeça de alguns gestores – é bem diferente do que as tendências de mercado demonstram, tomando como painel de amostra e referência as empresas dos Estados Unidos. Segundo um estudo da Vertical Response, 75% das empresas planeiam gastar uma parte do seu orçamento em “e-mail marketing” e “redes sociais”.

A par desta tendência de penetração das empresas nas redes sociais, verifica-se ainda que existe um investimento crescente em “search marketing”, para obter melhores resultados e posicionamento nos motores de busca e um decréscimo de investimento em publicidade veiculada através dos tradicionais banners, posicionados nos motores de publicidade como o Google Adwords, Anúncios Sapo, etc.

Embora as tendências possam variar de mercado para mercado, como tudo o que está relacionado com a a vida social e o comportamento sócio-económico dos consumidores e das empresas, é um indicador que reflecte as intenções de uso e os padrões emergentes que a sua empresa deve também considerar.

Precisa de ideias para dinamizar a sua presença nas redes sociais?
Fale com a Goweb . Temos ideias e soluções muito concretas sobre a web 2.0 e sobre a sua empresa na rede.

António de Castro
Social Media Manager

16,4% dos portugueses usam redes sociais

In Blogroll on Novembro 19, 2009 at 4:23 pm

O relatório do Bareme Internet da Marktest, referente a 2009, mostra que 1,36 milhões dos internautas, com 15 anos ou mais e residentes em Portugal continental, acedem a redes sociais e comunidades virtuais. O valor corresponde a 16,4 por cento do universo total de residentes nessa faixa etária, adianta a mesma fonte.

A análise, que tem por base informações prestadas em entrevistas telefónicas, coloca o Hi5 no topo da lista dos serviços mais utilizados, com uma larga vantagem com relação ao segundo classificado, o Facebook.

Num universo de 16,4 por cento de utilizadores de redes sociais, 15,9 por cento afirmam frequentar o Hi5. Os dados corroboram uma tendência observada nos últimos meses, que vinha apresentando o site como um dos mais visitados pelos residentes em território nacional – ao lado de serviços como o Google, por exemplo.

O Facebook, que só mais recentemente começou a ganhar adeptos por terras lusas, é utilizado por 2,6 por cento dos entrevistados, o MySpace fica-se pelos 1,4 por cento e existe ainda uma percentagem de 2,3 por cento que acedem a outras comunidades semelhantes. Note-se que alguns dos inquiridos afirmam utilizar vários destes serviços.

A maioria dos “clientes” deste tipo de serviços são estudantes (52%) e têm idades compreendidas entre os 15 e os 24 anos. A partir dos 55 anos, as redes sociais deixam de ter acolhimento, com apenas 3,7 por cento dos inquiridos pertencentes a essa faixa etária a afirmarem visitar este tipo de sites.

No que respeita à distribuição geográfica, os valores revelam homogeneidade, com os grandes centros urbanos a apresentarem valores um pouco superiores: na Grande Lisboa 19,2 por cento usam redes sociais e o Grande Porto regista a maior adesão, com 20,8 por cento.

Fonte: tek sapo

e-mail faz hoje 40 anos

In Blogroll on Outubro 30, 2009 at 10:47 am

A primeira mensagem de correio electrónico foi trocada em 1969 e continha apenas duas letras.

O correio, como nós o conhecíamos antes do advento dos computadores, já mudou radicalmente de conceito há 40 anos. Ainda que a primeira mensagem tivesse apenas duas letras e um ponto (LO.) foi um histórico e revolucionário passo para o que tomamos hoje por adquirido. A 29 de Outubro de 1969, foi enviada a primeira mensagem de correio electrónico entre 2 computadores, situados em locais distantes, do laboratório de Leonard Kleinrock para o de Douglas Englebart no Stanford Research Institute. A mensagem trocada era para conter a palavra LOG-IN mas foi abaixo durante a transmissão.

Intrinsecamente ligado ao e-mail está o caracter @ como nós bem o conhecemos. O que já não será tão certo para muitas pessoas é a utilidade do @ nas mensagens e nos sistemas informáticos. Inventado em 1971, o arroba serve para separar – numa mensagem de correio electrónico – o endereço do utilizador e o domínio no servidor. Ou seja, quando mencionamos o e-mail antonio.castro@goweb.pt, no fundo o que estamos a transmitir é que vamos enviar uma mensagem para o utilizador “antonio.castro” no dominio e servidor “goweb.pt” usando o separador @ que significa em, ou no inglês “at”. Se ouvir alguém a dizer envia-me o mail para “sergio at sapo.pt” não estranhe.

Antonio de Castro
Social Media Manager
antonio.castro@goweb.pt

 

Gestão de conteúdos e tendências web em 2007

In Blogroll, Comunidades Web, Internet, novos media on Outubro 29, 2009 at 10:44 am

P: Os sites e os portais já se assumiram como canais de comunicação alternativos das empresas/organizações nacionais. No entanto, estas ainda descuram muito a componente de conteúdos e a sua actualização. Na vossa opinião a que se deve esta realidade?

R: Se por um lado assistimos a uma crescente procura e difusão das páginas de Internet ao serviço das empresas enquanto canal de comunicação integrante da estratégia empresarial, sente-se ainda que não é uma prioridade ou uma preocupação sistemática manter o site actualizado, formatado ou agilizado em consonância com as estratégias comerciais. A colocação do canal web em segundo plano, é reflexo de uma mentalidade que ainda descura a importância de um canal vendedor por excelência, com informação esclarecedora e eficaz, com mecanismos de resposta rápidos e concisos, como o é uma página de Internet bem pensada, planeada e gerida de forma eficaz, com objectivos claros.

P: As empresas/organizações nacionais já se aperceberam dos custos de ter um site desactualizado, sem qualquer dinâmica?

R: Dependendo do tipo de organização, natureza do negócio ou mentalidade da gestão de topo incutida no seio organizacional da empresa, é passível de serem verificadas variações do nível de consciência do prejuízo. Uma empresa de comércio electrónico que vende milhares de produtos on-line e que depende estruturalmente desse canal para a consolidação das suas vendas e objectivos comerciais, terá forçosamente mais percepção da gravidade da desactualização de um produto, preço ou stock existente. Contrariamente, uma empresa que considere – erradamente – a sua página de Internet complementar aos serviços ou produtos que disponibiliza, terá menor percepção da sua importância e da gravidade da situação. Exemplificando como um pormenor mínimo pode significar bastante: uma empresa que tenha no seu site a notícia “mais recente” com data de publicação de há dois anos, poderá significar inércia, falta de dinamismo e acomodação. Passa uma imagem danosa, apesar da pequena dimensão do “erro”.

P: O que é preciso mudar na mentalidade das empresas/organizações nacionais para que
evoluam neste domínio?

R: A mentalidade empresarial é um organismo vivo, mutável, em construção e amadurecimento contínuo, mas de difícil e custosa progressão em muitas empresas. Ainda é considerável o número de organizações que por cultura empresarial ineficiente considera uma página de Internet secundária, ou pouco necessária para o seu negócio. Para mudar, é necessária a efectiva percepção do erro cometido, e isso é uma questão de formação que começa no topo das empresas e contagia positivamente todos os colaboradores.

P: O TCO das soluções que servem esta área pode ainda ser a justificação para não investir na gestão e dinamização de conteúdos Web?
R: Quando uma solução web é bem estruturada e serve o propósito de uma empresa e do seu modelo de negócio, o TCO (Total Cost of Ownership) nunca poderá ser considerado justificação para não investir. Há empresas cujo “core business” é a web, o seu modelo de negócios é “web-based” e a consequente capacidade de actualização, gestão e dinamização de conteúdos é um factor de sucesso chave. Mesmo para as empresas cujo “core business” não é a web, a gestão e dinamização de conteúdos ao serviço da própria empresa significa um controle sobre a própria página, uma consequente redução de custos com intervenções especializadas de empresas ou profissionais de web design e programação e uma facilidade de agilização muito grande.

P: O retorno do investimento nesta área é muito demorado?
R: Depende bastante do modelo de negócio e do montante necessário à concretização dos objectivos. Um site que
apresente um produto único baseado num modelo de negócio altamente inovador, seja pelo produto ou pela
forma como o mesmo é promovido, pode significar um investimento mínimo com alto grau de rentabilidade
imediato ou a curto prazo, com baixíssimos custos directos associados ao site e às ferramentas de gestão de
conteúdos do mesmo. Uma vez mais, as ferramentas e os canais web servem os modelos de negócio, podendo
por vezes serem os próprios modelos o produto, como o caso do You Tube. Uma ferramenta de gestão e partilha global on-line de vídeos, transformou-se rapidamente num “produto” apetecível pelo Google que o adquiriu recentemente. Passou de ferramenta a produto e a modelo de negócio imitável. Existe uma relação intrínseca entre o canal web, o produto que promove e a forma como o mesmo é comercializado que não pode ser dissociável.

P: Na vossa opinião, que drivers conduzirão o mercado de aplicações de gestão de
conteúdos Web durante este ano?

R: Acredito que o conceito web 2.0 e uma série de ferramentas e modelos associados de produção e distribuição de conteúdos (R.S.S, Folksonomy, Podcasts, Weblogs entre outros aspectos muito próprios web 2.0) trará contribuições positivas aos C.M.S., de forma directa ou indirecta. Uma característica fundamental para as aplicações em causa é o conceito “user friendly” e a usabilidade necessária associada. Este conceito é de tal forma importante e tantas vezes negligenciado que se torna fundamental que seja um dos principais “drivers” deste tipo de aplicações, já muitas vezes assumido mas ainda poucas vezes implementado de forma sistematizada ao serviço da simplicidade para o utilizador final.
Outro dos aspectos fundamentais que está a marcar a web 2.0 e as novas tendências de produção de
informação é o “user empowerment” e a capacidade que cada pessoa tem de criar o seu próprio mundo
informativo. Enquadrado numa lógica colaborativa empresarial poderá ser um trunfo altamente eficaz.

P: De que forma as tecnologias “open source” estão a impor-se neste segmento de
mercado e que vantagens oferecem sobre as tradicionais?

As tecnologias “open source” permitem que se aja sobre elas, que se modifique o código e que se personalize a sua utilização. No entanto, nem sempre são fáceis de instalar, personalizar e usar na perspectiva do utilizador que pretende simplicidade e eficácia. As soluções desenhadas profissionalmente fornecem não apenas o know-how técnico do desenho, do código e da integração das ferramentas com o site final, como também oferecem apoio e consultoria por quem as fornece. Essa será a grande vantagem comparativamente às soluções C.M.S Open Source.

P: Na vossa opinião, que componentes devem integrar uma solução de gestão de conteúdos Web?

R: Os componentes que devem integrar uma solução de gestão de conteúdos web são muito variáveis em função do objectivo do site e modelo empresarial. Poderemos no entanto arriscar uma configuração mínima ideal que deverá conter os seguintes componentes:

RTE (formatação de texto, inserção de links e gestão simples de tags de html)
Gestor de imagens ( inserção e formatação de imagens)
Gestor de documentos (disponibilização de documentos multi-formato por categorias)
Gestão de menus e páginas ( fácil criação de menus, sub-menus, páginas e sub-páginas )
Gestor de formulários (criação simples de categorias, formulários com gestão de remetentes, mensagens de sucesso, etc…).

nota: serão bem complementados com uma ferramenta de análise estatística do site ou com um cruzamento/integração com ferramentas externas como o Google Analytics.

P: Quanto pode custar e que factores podem influenciar o preço?

R: O preço de uma solução de Gestão de conteúdos web varia em função do tipo de site, do grau de personalização e dos componentes instalados. Um site com catálogo e “e-commerce” altamente personalizado, integrado com sistemas de facturação e gestão de stocks, pode custar facilmente dezenas de milhares de euros. Por outro lado, podemos verificar no mercado soluções que rondam os 1000 euros. O preço final é fruto de todas as variáveis do projecto em causa.

P: Que soluções e serviços disponibilizam nesta área e quais as suas características?
A Goweb disponibiliza uma plataforma de gestão de conteúdos altamente customizável, modular e com um grau de simplicidade bastante evidente, o que se torna uma característica fundamental para a empresa/utilizador final que compra a solução. A diversidade dos componentes que se agregam e integram na nossa plataforma cobrem uma grande parte das necessidades iniciais do nosso “target” empresarial. Quanto se torna necessário desenhar e implementar uma solução mais específica, estuda-se a forma mais eficaz de desenvolver e integrar, obedecendo aos princípios de usabilidade e simplicidade de gestão.

António Castro
Gestão de Comunicação e Projectos Web
Semana Informática, Abril 2007
Tema: “Gestão de Conteúdos Web nas empresas”

[Estudo] Banda Larga e Velocidades de Acesso no mundo!

In Blogroll on Outubro 29, 2009 at 9:43 am

Estes são os dados mais recentes apresentados por um estudo efectuado às “Velocidades de Internet e custos no mundo”, pela IWS (Internet Word Stats) no qual se apresentam duas métricas interessantes: relação de custo por mbps e velocidade média de acesso a banda larga por país.

No ranking de países, Portugal ocupa uma surpreendente posição, na métrica velocidade média de acesso de transmissão de dados em banda larga. À frente de países como os Estados Unidos, Alemanha e Reino unido, Portugal tem 8 mbps de velocidade com um custo de 10.99 dólares. O Japão, que ocupa o primeiro lugar deste estudo, navega com médias de 61 mbp, seguido pela Coreia e pela Finlândia.

internet_speed_connections

Sondagens web 2.0

In Blogroll on Setembro 25, 2009 at 4:40 pm
survs.com - colaborative surveys online

survs.com - colaborative surveys online

O mundo colaborativo e a web 2.0 ( teoria e conceito abrangente que serve para designar as formas de interacção colaborativa digital ) chegou às sondagens, materializado numa aplicação interessante disponível em http://www.survs.com/.

Crie sondagens de forma simples, num interface agradável, com possibilidade de inserir questões múltiplas, personalizar os temas e opções de publicação poderosas. Depois de criada uma sondagem, pode distribuir por e-mail, através de um link ou publicar na sua própria página web.

Twitter: ganha dinheiro com a tua conta

In Blogroll, Comunidades Web, Twitter, web 2.0 on Setembro 15, 2009 at 4:29 pm

Twitter: Simple is beatifull.

Queres ganhar dinheiro com os teus Twitts?
Sem esquemas, fraudes ou letras pequeninas!

A genialidade da simplicidade é desarmante porque é … simples. E tendencialmente, quanto mais se pensa, mais se complica e mais distante nos tornamos do conceito original. O Twitter é a excelência do simples transformado em genial. Enquanto todos andava a tentar dar mais funcionalidades às suas plataformas, o Twitter inverteu a tendência e deu mais utilizadores à sua plataforma, oferecendo apenas o óbvio: 140 caracteres! Simples, não? Genial … Claro.

Em torno do simples, do genial e do Twitter, várias ferramentas se desenvolveram, tirando partido das APIs do produto Twitter, gerando novos negócios, economias paralelas e sempre em torno do minimalismo inicial do passarinho que pia imenso com poucas palavras de cada vez. Tal é o caso de Magpie, uma plataforma de publicidade através da tua conta do Twitter e que merece ser descoberta!

Visita o site da Magpie Twitter Advertising e começa já a ganhar dinheiro!

Clínica cura viciados em Net – JN

In Blogroll on Setembro 5, 2009 at 3:25 pm

A dependência dos novos meios tecnológicos atinge de forma inegável tanto as empresas como as pessoas, modificado a sua vida e moldando as suas actividades pessoais, sociais e profissionais. Quantos de nós já sentem que um PC é uma ferramenta de produtividade inútil sem ligação à rede global ou às ferramentas sobre as quais aprendemos a depender de forma incontornável. A título pessoal, como utilizador intensivo de redes sociais e ferramentas de social networking e partilha de dados, admito e afirmo que recentemente, numa das quebras do Twitter, por ataque DOS ( Denial of Service ) fiquei impotente para realizar algumas das tarefas profissionais que me são mais usuais e importantes.

A propósito disso, partilho este artigo interessante e que nos obriga a reflexão, sobre a dependência social que já temos em relação à net.

António Castro
Social Network Manager

Texto Original

Uma clínica norte-americana propõe-se a curar viciados em Internet com um tratamento que inclui um afastamento da rede global por 45 dias.A reSTART, nascida em Seattle, nos EUA, é obra de uma terapeuta que já há vários anos tem tratado casos de pessoas viciados em Internet e jogos de vídeo. Hillary Cash registou o primeiro caso de vício neste género de situações em 1994, quando um paciente perdeu dois empregos e arruinou o casamento por jogar computador.A terapêutica da clínica, que nasceu numa das áreas com mais empresas tecnológicas dos Estados Unidos da América, inclui aconselhamento psicológico e ajuda os pacientes a criar laços de amizade com os outros viciados, enquanto fazem tarefas domésticas, dão passeios a pé ou fazem exercício, refere o jornal britânico The Guardian.Esta é a primeira clíncia do género nos EUA, mas a fundadora refere que em países como a China, Coreia do Sul ou Taiwan já existem sítios onde os viciados em Internet podem procurar ajuda.Para quem suspeita que está viciado em Internet, Hillary Cash tem um questionário disponível online. Uma das questões é: “Sente exaustão crónica por dormir pouco, ganho de pesso por falta de exercício, saúde debilitada por má nutrição ou outro problema físico por estar demasiado tempo a navegar na Internet ou a jogar computador?”.O tratamento custa cerca de 10 mil euros e prolonga-se por 45 dias de internamento num ambiente sem possibilidade de acesso à Internet.

Fonte: JN

Procter & Gamble usa rede social para aproximar funcionários – Internet – IDG Now!

In Blogroll on Setembro 4, 2009 at 11:00 am

Parece banal, simples e apenas óbvio que uma “intranet” seja rapidamente vista como modelo primário e ultrapassado por oposição a ferramentas colaborativas, fáceis de usar e com fluxos de informação relacionais, permitindo a que cada colaborador, geograficamente independente, possa ter no mesmo espaço um canal agregado e um veículo de transmissão de informação por si produzida.

Contudo, a maior parte das empresas portuguesas, incluindo algumas de reputada dimensão, são cegas e antiquadas ao ponto de usarem intranets fechadas, wikis de difícil actualização para a maior parte dos seus utilizadores e outras ferramentas dispersas que diminuem o fluxo de produtividade e castram a criatividade espontânea.

Felizmente, a Procter & Gamble não acredita nesses princípios.

António Castro

Artigo original

“Antes do lançamento oficial da ferramenta, cerca de 12 mil usuários de todo o mundo já acessam a solução corporativa de integração.”

As tecnologias tradicionais de comunicação entre os profissionais, como e-mail e sistemas de mensagens instantâneas, tendem a facilitar o trabalho em equipe. A Procter & Gamble (P&G) – uma das maiores fabricantes mundiais de produtos na área de consumo -, no entanto, expandiu essa visão de colaboração ao incorporar as ferramentas de web 2.0 em uma única plataforma global, voltada a estimular a troca de informações entre pessoas que apresentam interesses e objetivos comuns, mas pouco contato no cotidiano.

A ideia do projeto de uma rede social surgiu quando a empresa deparou-se com a constatação de que os seus mais de 138 mil funcionários, espalhados em 160 países, tinham ideias e experiências que poderiam ser compartilhadas, independentemente da distância geográfica. A partir daí, a equipe de Global Business Services (Serviços Globais de Negócio, em português) decidiu criar uma intranet para permitir a troca de informações e de conhecimentos entre os funcionários.

Na prática, a Procter & Gamble iniciou o projeto por um grupo pequeno de usuários, selecionados nas áreas de TI, inovação, pesquisa e desenvolvimento e marketing. Depois de testar wikis, blogs e outras ferramentas, a empresa selecionou uma aplicação corporativa de web 2.0 – desenvolvida pela Telligent. Intitulada de PeopleConnect, a solução é parecida com o Facebook, ao permitir que os usuários criem seus perfis, status, participem de grupos de discussão e compartilhem notícias e informações.

Atualmente, cerca de 12 mil usuários já participam da iniciativa, que ainda não foi divulgada formalmente na companhia. E a Procter & Gamble já incorporou algumas facilidades, como uma ferramenta corporativa de busca a partir da qual os funcionários conseguem acessar informações no ambiente de Web 2.0.

Apesar da empresa monitorar a adoção da plataforma e contar com métricas de desempenho, ainda não há como estimar o impacto real da ferramenta. “Esta plataforma trouxe velocidade, transparência e uma capacidade de engajamento das pessoas nunca antes vistas na P & G”, observa o gestor de arquitetura corporativa da empresa, Michael Fulton.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br

Professional Team Management Tips For Creative Folks | How-To | Smashing Magazine

In Blogroll on Setembro 3, 2009 at 5:30 pm

Management is a vast subject, with several sub-categories, such as product, team management and project management. While all are interesting topics, this articlefocuses mainly on team management and offers some useful tips and ideas to promote discussion and help improve the performance and happiness of your teams.

http://bit.ly/2Qkes1

a rede social do adeptos do FC Porto está on-line

In Blogroll on Julho 17, 2009 at 5:36 pm

A partir de hoje, todos os Dragões já podem aceder à rede social das suas paixões.

Este projecto inovador em Portugal, visa dar espaço a todos os adeptos do Futebol Clube do Porto, está on-line a partir de hoje, dia 17 de Julho. Amanhã, para comemorar duplamente o lançamento da rede social e o jogo de apresentação do FC Porto, contra o Mónaco, no Estádio do Dragão, está preparada uma acção especial por parte dos adeptos da rede social.

A partir das 19h, partindo da Senhora da hora em Direcção ao Dragão, o Metro do Porto vai-se encher de azul FCPlink, bandeiras, e muita festa. No estádio, a nova força azul e branca vai ficar na Bancada Sul durante o jogo e distribuirá convites para que a chama da rede aumente ainda mais.

www.fcplink.com
A rede social azul e branca

FCPlink.com – Rede Social Azul e Branca é lançada amanhã!

In Blogroll, Comunidades Web, social networking, web 2.0 on Julho 16, 2009 at 2:19 pm

FCPLink.com - A rede social azul e branca é lançada amanhã

Há uma novidade no mundo do Dragão e não me refiro aos reforços que vão chegando. Trata-se sim de uma rede social e de uma forma de centralizar tudo o que disser respeito à paixão “azul e branca”.

Pessoalmente sinto-me muitíssimo à vontade para falar do FCPLink já que o meu futebol passa por terras mais a sul. Seja como for, “o seu a seu dono”, o FCPLink está bem organizado, a estruturação adaptada à finalidade a que se propõem está muitíssimo bem idealizada e tenho a certeza que vai dali nascer um projecto de sucesso e interesse para a comunidade de adeptos do FCP.

O público-alvo está naturalmente muito bem definido e não deverá passar por essas questões qualquer obstáculo que possa surgir. As dificuldades neste tipo de projecto passam sempre pelo grau de participação que os utilizadores estão dispostos a emprestar aos sites mas o futebol (ou o desporto em geral), eterno catalisador de emoções, deve ser o melhor combustível com que se pode alimentar uma rede social.

FCPLink.com – A rede social azul e branca é lançada amanhã

FCPLink.com - A rede social azul e branca é lançada amanhã

O FCPLink.com resulta de esforços privados e não está oficialmente associado ao Futebol Clube do Porto. Não é, assumidamente, exclusivamente dedicado ao futebol e pretende por isso abordar e promover todas as modalidades em que o clube do Dragão se faz representar.

Assim, a nossa missão será unificar todos os adeptos, simpatizantes, praticantes da modalidade, em torno de uma plataforma comum…O FCPlink destina-se a todos os adeptos, sócios, praticantes, simpatizantes e associações que giram em torno do FC Porto. Pretendemos assim dar uma plataforma central a “bloggers”, “fotógrafos”, “casas do FC Porto”, “Modalidades”, “Atletas”, “Jogadores”, “Comunidades Estrangeiras”, “Escalões Juvenis” e “Escolas de Formação” para que se possam exprimir livremente dentro do seu universo de paixão.

O FCPLink disponibiliza blogs, feeds, um fórum, sondagens, fotos, vídeos, áudio, grupos, comentários, enfim, tudo o que rede social tem direito e permite inclusivamente a personalização da homepage de cada membro.

Em contacto com os responsáveis pelo FCPLink.com foi possível saber que a muito curto prazo está planeado o lançamento de uma segunda versão com um grupo adicional de funcionalidades.

O objectivo é tornar este projecto numa referência nacional no que diz respeito a comunidades geradas pelos utilizadores, em torno dos adeptos de um clube desportivo… Os conteúdos serão um misto de User Generated Content (90%) e algum conteúdo profissional gerado pela própria estrutura administrativa da rede social. A nossa meta é ter a curto prazo conteúdos de todas as modalidades ligadas ao universo azul e branco: futebol, hóquei, bilhar, natação, atletismo, basquete, superleague formula e promover ao mesmo tempo quem os coloca.

Foi também possível ficar a saber que estão planeadas algumas acções promocionais e passatempos a serem lançados ao longo da época. O acompanhamento do projecto através do Facebook, Flickr, FriendFeed e Twitter será decerto uma boa forma de estar sempre a par das novidades.

FCPLink.com

A fase de Public Beta do FCPLink será lançado amanhã (dia 17 de Julho) e há algo que deve saber:

Em cima deste lançamento, vamos fazer uma micro-acção promocional interessante e vamos estar presentes com uma equipa de 100 pessoas no Estádio do Dragão, para o jogo inaugural. Vai ser um evento interessante porque vamos fazer da viagem de Metro até ao Estádio do Dragão e dentro do mesmo, uma festa FCPLink e FC Porto.

Boas redes.
Fonte:
http://2.0.bloguite.com/
16 de Julho, 2009

www.fcplink.com – a revolução azul e branca está a chegar à web

In Blogroll, Comunidades Web, social networking on Junho 9, 2009 at 10:30 am

fcplink.com - a revolução azul e branca está a chegar
Ainda em fase de desenvolvimento, o site www.fcplink.com afirma-se como um inovador projecto na área do futebol e do desporto, a ser lançado brevemente. A julgar pelo design cuidado, promete ser uma lufada de ar fresco no design e na mecânica que caracteriza medianamente os sites relacionados com a temática: sempre bastante centrados no conteúdo futebolístico e desportivo, sem a devida atenção na usabilidade e no processo de interacção.

nota: brevemente, serão disponibilizados convites Beta para oferta, durante um período curto de tempo.
Quem desejar participar na fase de lançamento privado, envie já um e-mail para “dragoes@fcplink.com” e diga que vai da minha parte. Eu arranjo uma cunha :)

me2everyone: a new concept?

In Blogroll on Março 10, 2009 at 10:16 pm

Mais um conceito na net? Mais uma bolha que rebentará? Pelo menos, parece interessante verificar as promessas desta nova comunidade on-line. Faça o test-drive e aproveite o meu link.

Visite o meu referral.
http://www.me2everyone.com/273578

Google Health: a sua saúde, em todo o lado

In Blogroll on Março 7, 2009 at 4:49 pm

Em caso de acidente grave, e numa emergência médica totalmente imprevista, em que por vezes a própria pessoa não consegue comunicar dados médicos relavantes, seria útil ter uma ferramenta digital que agregasse todo o historial clínico do seu utilizar: doenças anteriores, medicamentação, condições de saúde, alergias, exames prévios realizados, colesterol, etc …

Google Health Screenshot

Google Health Screenshot

O Google lançou a sua ferramenta dedicada a gerir e disponibilizar informação e serviços relacionados com a sua saúde, através do inovador serviço Google Health, apresentando-se como concorrente mais directo do Microsoft Health Vault. Esta plataforma de gestão pessoal de saúde, mais centrada no utilizador, era já conhecida como uma das apostas recentes do Google, mas ainda pouco tinha sido divulgado, dada a natureza sensível do tópico e do secretismo em torno da solução e da ferramenta.

O que o Google pretende com esta ferramenta é permitir aos utilizadores fazerem a gestão e upload da sua informação de saúde, prestando ao mesmo tempo informação preciosa no que diz respeito a associação de sintomas e pesquisa de doenças, pesquisa de informação médica e clínica,  historial clínico e importação de dados de terceiros.

Deixando de lado a relevância da privacidade dos dados - é óbvio que se prefigura que o Google tome medidas bastante rigorosas no que diz respeito aos acessos controlados - parece uma excelente ferramenta de gestão de perfil pessoal clínico e condições médicas. Embora, pelo que me tenha sido possível analisar da ferramenta, ainda está bastante voltada par ao mercado americano, nomeadamente no que se refere à interligação e importação de dados de terceiros: médicos, farmácias e hospitais, o que torna para já a ferramenta bastante limitada.

Veremos como o Google faz evoluir esta ferramente de gestão pessoal de saúde para os diversos mercados.