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Marketing Multicanal: estratégias combinadas para aumento de eficácia!

In Comunidades Web, Internet, social networking on Dezembro 10, 2009 at 5:55 pm

Desenhar uma estratégia de comunicação integrada é fundamental para o seu negócio.

A profusão da informação e a massiva oferta de bens e serviços obriga a sua empresa, caso pretenda ter sucesso, a delinear uma estratégia eficaz de comunicação integrada, usando os recursos adequados para atingir os seus clientes, potenciais ou actuais. Para isso, não basta apostar em apenas um meio e um canal: é preciso combinar e usar campanhas multi-canal: “mailings” directos, e-mails ou “newsletters”, promoção social nas redes e canais web e sms, entre outras acções possíveis, apenas limitadas pela sua imaginação e “budget”.

Deixo-lhe algumas dicas que pode aplicar ao seu negócio, para optimizar as suas vendas e promover de forma eficaz os seus produtos ou serviços, baseadas num estudo internacional de uma agência de estudos e soluções de marketing:

1 » Peça testemunhos aos seus clientes. Eles são os seus melhores Relações Públicas!
A descrição de um produto e os seus benefícios é mais eficaz quando existe uma figura real a testemunhar por ele. Se for um cliente seu, ainda melhor, pois aumenta a credibilidade. Se a sua empresa acredita nos produtos que vende e na sua qualidade de serviço, peça testemunhos sobre a sua actividade e serviços prestados. Não há nada melhor do que escutar os seus clientes para resolver problemas, implementar melhorias e dar a conhecer ao mundo aquilo que faz de melhor.

2 » Encoraje a participação social e desenvolva uma identidade positiva na rede
A utilização dos media tradicionais já não é suficiente. A transformação dos consumidores e a sua massiva presença nas redes sociais, obriga a sua empresa a estar a agir, nesses canais. Se ainda não usa o Twitter e o Facebook para promover de forma eficaz a sua organização, está a perder o comboio das boas prácticas de comunicação.
Aposte em promoções em grupos do Facebook, passatempos interactivos, links promocionais via Twitter e aumente a sua notoriedade digital.

3 » Utilize as ferramentas “web analytics”
Se vai criar uma newsletter para os seus clientes, porque não estudar posteriormente a taxa de sucesso de cliques, e comportamento dos seus clientes dentro do seu website? É relativamente simples conhecer os hábitos de navegação e estudar os pontos de abandono no seu site. Integrando, analisando e agindo sobre os potenciais clientes, será mais fácil canalizar e concretizar as vendas para a sua empresa, optimizando o comportamento dos consumidores do seu universo web.

4 » Personalize a hora e a data de envio dos seus e-mails
Se analisar continuamente o comportamento dos seus clientes, chegará a conclusões interessantes: enviar um e-mail às 10.00h da manhã não é o mesmo que enviar às 22.00h, nem o mesmo que enviar um e-mail ao domingo ou durante uma segunda-feira. Estude o sucesso do envio e faça disso uma missão de eficácia nas horas e dias certos.

5 » Complemente a sua comunicação com campanhas de SMS
Alguns tipos de promoções e campanhas de comunicação, pela sua especificidade, são muito eficazes e adequadas ao carácter imediato de resposta que as SMS providenciam. Aposte na acção – reacção através de micro-campanhas de comunicação com validade temporal limitada. Criará assim um benefício que encoraja a acção imediata do receptor da mensagem.

6 » Segmente a sua base de dados com perfis diferenciados
Não descure a importância do relacionamento dos seus clientes com a sua empresa, nem a importância da construção de perfis para envio de comunicação eficaz e personalizada. Ao distinguir os seus clientes, encaixando-os numa categoria adequada ao que pretende comunicar e atingir, será possível aumentar a eficácia das suas acções de comunicação. A comunicação usada para vender é diferente da que deve ser usada para promover ou fidelizar. Será certamente diferente da que deverá ser usada para gerar novos negócios. Por isso, segmente e comunique eficazmente de acordo com o seu objectivo: vender, fidelizar, gerar notoriedade, etc…

nota: estes princípios de comunicação são baseados em boas práticas e estudos internacionais efectuados por algumas das melhores agências de marketing, nomeadamente e neste caso, a Silverpop.com.

António de Castro
Social Media Manager
www.fcplink.com
www.goweb.pt

publicado in www.goweb.pt

Sou uma empresa digital ou estou apenas na net?

In Internet, novos media, web 2.0 on Novembro 20, 2009 at 11:59 am

Pela experiência diária na gestão das necessidades e expectativas das empresas, posso afirmar que uma fatia bastante significativa encara já com naturalidade a sua presença na web, não apenas com sites institucionais ou dedicados ao e-commerce (b2c) mas também com plataformas altamente customizadas e desenvolvidas à medida dos objectivos, para geração de negócios entre parceiros empresariais (b2b).

É por isso realista afirmar que a utilização da internet nas empresas é tudo menos novidade. No entanto, se analisarmos a utilização dos canais e plataformas digitais ao serviço de políticas integradas de marketing, promoção e comunicação empresarial, é fácil perceber que o caminho seguido por muitas delas se distancia significativamente da eficácia pretendida com o investimento inicial. Porque uma coisa é estar na web, outra coisa é ser web de forma interiorizada.

A contínua transformação dos consumidores (mais selectivos e participativos) e a feroz concorrência, obriga as empresas a serem ágeis e rápidas na sua transformação. Os modelos locais de implementação de negócios, bens, produtos e serviços estão condicionados pela limitação populacional e pela concentração massiva de ofertas disponíveis para o mesmo universo de consumidores, tornando-se por isso fulcral a implementação de um de dois caminhos: apontar para nichos altamente específicos e facilmente fidelizáveis pela novidade e qualidade de serviço, ou lançar produtos para mercados internacionais, apoiados com presenças fortes e bem estruturadas em canais digitais de comunicação, com dinâmicas muito mais complexas do que a simples página na internet.

Se para uma fatia significativa das empresas ter um website “é suficiente”, sem actualidade e conteúdo que sustente o seu objetivo, nem formas de retenção e comunicação regular com os clientes, poder-se-á afirmar com clareza que o investimento efectuado é tão útil como comprar espaço publicitário na televisão, em horário nobre, e transmitir… nada! Os modelos de comunicação e promoção digital assentes nas TIC são agora bem mais complexos do que eram há meia dúzia de anos atrás e o lento acordar das empresas portuguesas para essas realidades, espelha a cultura média de gestão ultrapassada das de menor dimensão, com esquemas de gestão unipessoal centralizada.

O afirmação das redes sociais como canal promocional e plataforma de “social marketing” leva à acção urgente de quem ainda não está na “corrida social”. Se algumas delas já usam com conforto relativo os sites para comunicar “tangencialmente” com os seus clientes, estão ainda muito pouco sensibilizadas para as sofisticadas políticas de promoção social (social marketing), grupos colaborativos de angariação de negócios em rede (networking) e construção generalizada de um perfil digital de produto ou empresa, activo e participante na rede e com modelos sustentados de fidelização (social branding). É urgente que a revolução digital técnica já existente seja usada e acompanhada pela revolução de mentalidades, fazendo da web, ferramentas e canais da rede global um media 24 horas on-line, com pontos altos de interesse para as audiências/clientes.

Analisando genericamente os nossos clientes e o mercado, verifica-se essa política integrada apenas nos organismos de maior dimensão, onde as soluções são altamente costumizadas e vistas como um “tool mix”, onde se misturam e complementam ferramentas, constituindo um plano global estratégico: website à medida do modelo de negócio, técnicas de optimização de pesquisas em motores de busca, campanhas de marketing on-line, envios regulares de newsletters personalizadas e perfis sociais integrados (Twitter e Facebook), entre outros instrumentos. Esta é a postura inversa aos clientes de menor dimensão, cuja sensibilidade para a construção eficaz dessa presença é menor, ou escassa: e acrescento que não pelo investimento necessário, mas pela ausência de pensamento.

Os hábitos comportamentais, vícios de gestão e mentalidades pouco esclarecidas são ainda mais fortes do que a adopção de modelos digitais de sucesso, apostando em tecnologias relacionais, marketing social que aproximam as empresas dos seus clientes. Esta tendência, principalmente no tecido empresarial com caracteristicas mais reduzidas, é mais sentida e mais premente de ser mudada.

nota: artigo publicado no Tek Sapo.pt

António de Castro
Social Media Manager
www.goweb.pt
www.fcplink.com

Política, web 2.0 e comunicação em social media

In Comunidades, Internet, web 2.0 on Novembro 16, 2009 at 3:32 pm

A importância das redes sociais, da interacção e da mobilização de actividades, partilha de conhecimento e acções que são provocadas por estímulos virais, é uma realidade. Ainda que muita da interacção efectuada seja extremamente superficial, pouco focada e apenas causada por um apelo comportamental ao “clica”, “junta-te”,”gostas?” e outros similares, a verdade da importância das redes sociais é intransponível.

Enquanto muitas agências de comunicação, publicidade e até algumas ditas especializadas em marketing político ou assessoria de comunicação política ainda apostam única e exclusivamente em meios convencionais, tradicionais e gastos, com formas nula de participação do eleitorado, alguns ilustres pensadores saem do quadrado e optimizam as suas campanhas para que elas atinjam os utilizadores de acordo com os seus media de eleição. Há alguns anos, a segmentação de um determinado anúncio e o respectivo budget, era racionalizado e pensado para atingir com o máximo de eficácia a sua audiência, usado lógicas multi-canal, com comunicação desenhada e pensada para os respectivos media.

Ainda existe um profundo amadorismo quando se tentam vender campanhas e presenças digitais na web, sem olhar aos veículos mais adequados, perfis das redes e instrumentos a usar dentro das mesmas. Nessa limitada visão, o que interessa é estar na web, nas redes sociais e na esfera digital colaborativa. No fundo, o que o amadorismo diz é que basta ter um canal e estar lá … nem que dispondo do tempo de antena se fique a fazer ruído o tempo todo …

Google: A história de 11 anos de vida em 2 minutos

In Google, Internet on Outubro 30, 2009 at 3:39 pm

Gestão de conteúdos e tendências web em 2007

In Blogroll, Comunidades Web, Internet, novos media on Outubro 29, 2009 at 10:44 am

P: Os sites e os portais já se assumiram como canais de comunicação alternativos das empresas/organizações nacionais. No entanto, estas ainda descuram muito a componente de conteúdos e a sua actualização. Na vossa opinião a que se deve esta realidade?

R: Se por um lado assistimos a uma crescente procura e difusão das páginas de Internet ao serviço das empresas enquanto canal de comunicação integrante da estratégia empresarial, sente-se ainda que não é uma prioridade ou uma preocupação sistemática manter o site actualizado, formatado ou agilizado em consonância com as estratégias comerciais. A colocação do canal web em segundo plano, é reflexo de uma mentalidade que ainda descura a importância de um canal vendedor por excelência, com informação esclarecedora e eficaz, com mecanismos de resposta rápidos e concisos, como o é uma página de Internet bem pensada, planeada e gerida de forma eficaz, com objectivos claros.

P: As empresas/organizações nacionais já se aperceberam dos custos de ter um site desactualizado, sem qualquer dinâmica?

R: Dependendo do tipo de organização, natureza do negócio ou mentalidade da gestão de topo incutida no seio organizacional da empresa, é passível de serem verificadas variações do nível de consciência do prejuízo. Uma empresa de comércio electrónico que vende milhares de produtos on-line e que depende estruturalmente desse canal para a consolidação das suas vendas e objectivos comerciais, terá forçosamente mais percepção da gravidade da desactualização de um produto, preço ou stock existente. Contrariamente, uma empresa que considere – erradamente – a sua página de Internet complementar aos serviços ou produtos que disponibiliza, terá menor percepção da sua importância e da gravidade da situação. Exemplificando como um pormenor mínimo pode significar bastante: uma empresa que tenha no seu site a notícia “mais recente” com data de publicação de há dois anos, poderá significar inércia, falta de dinamismo e acomodação. Passa uma imagem danosa, apesar da pequena dimensão do “erro”.

P: O que é preciso mudar na mentalidade das empresas/organizações nacionais para que
evoluam neste domínio?

R: A mentalidade empresarial é um organismo vivo, mutável, em construção e amadurecimento contínuo, mas de difícil e custosa progressão em muitas empresas. Ainda é considerável o número de organizações que por cultura empresarial ineficiente considera uma página de Internet secundária, ou pouco necessária para o seu negócio. Para mudar, é necessária a efectiva percepção do erro cometido, e isso é uma questão de formação que começa no topo das empresas e contagia positivamente todos os colaboradores.

P: O TCO das soluções que servem esta área pode ainda ser a justificação para não investir na gestão e dinamização de conteúdos Web?
R: Quando uma solução web é bem estruturada e serve o propósito de uma empresa e do seu modelo de negócio, o TCO (Total Cost of Ownership) nunca poderá ser considerado justificação para não investir. Há empresas cujo “core business” é a web, o seu modelo de negócios é “web-based” e a consequente capacidade de actualização, gestão e dinamização de conteúdos é um factor de sucesso chave. Mesmo para as empresas cujo “core business” não é a web, a gestão e dinamização de conteúdos ao serviço da própria empresa significa um controle sobre a própria página, uma consequente redução de custos com intervenções especializadas de empresas ou profissionais de web design e programação e uma facilidade de agilização muito grande.

P: O retorno do investimento nesta área é muito demorado?
R: Depende bastante do modelo de negócio e do montante necessário à concretização dos objectivos. Um site que
apresente um produto único baseado num modelo de negócio altamente inovador, seja pelo produto ou pela
forma como o mesmo é promovido, pode significar um investimento mínimo com alto grau de rentabilidade
imediato ou a curto prazo, com baixíssimos custos directos associados ao site e às ferramentas de gestão de
conteúdos do mesmo. Uma vez mais, as ferramentas e os canais web servem os modelos de negócio, podendo
por vezes serem os próprios modelos o produto, como o caso do You Tube. Uma ferramenta de gestão e partilha global on-line de vídeos, transformou-se rapidamente num “produto” apetecível pelo Google que o adquiriu recentemente. Passou de ferramenta a produto e a modelo de negócio imitável. Existe uma relação intrínseca entre o canal web, o produto que promove e a forma como o mesmo é comercializado que não pode ser dissociável.

P: Na vossa opinião, que drivers conduzirão o mercado de aplicações de gestão de
conteúdos Web durante este ano?

R: Acredito que o conceito web 2.0 e uma série de ferramentas e modelos associados de produção e distribuição de conteúdos (R.S.S, Folksonomy, Podcasts, Weblogs entre outros aspectos muito próprios web 2.0) trará contribuições positivas aos C.M.S., de forma directa ou indirecta. Uma característica fundamental para as aplicações em causa é o conceito “user friendly” e a usabilidade necessária associada. Este conceito é de tal forma importante e tantas vezes negligenciado que se torna fundamental que seja um dos principais “drivers” deste tipo de aplicações, já muitas vezes assumido mas ainda poucas vezes implementado de forma sistematizada ao serviço da simplicidade para o utilizador final.
Outro dos aspectos fundamentais que está a marcar a web 2.0 e as novas tendências de produção de
informação é o “user empowerment” e a capacidade que cada pessoa tem de criar o seu próprio mundo
informativo. Enquadrado numa lógica colaborativa empresarial poderá ser um trunfo altamente eficaz.

P: De que forma as tecnologias “open source” estão a impor-se neste segmento de
mercado e que vantagens oferecem sobre as tradicionais?

As tecnologias “open source” permitem que se aja sobre elas, que se modifique o código e que se personalize a sua utilização. No entanto, nem sempre são fáceis de instalar, personalizar e usar na perspectiva do utilizador que pretende simplicidade e eficácia. As soluções desenhadas profissionalmente fornecem não apenas o know-how técnico do desenho, do código e da integração das ferramentas com o site final, como também oferecem apoio e consultoria por quem as fornece. Essa será a grande vantagem comparativamente às soluções C.M.S Open Source.

P: Na vossa opinião, que componentes devem integrar uma solução de gestão de conteúdos Web?

R: Os componentes que devem integrar uma solução de gestão de conteúdos web são muito variáveis em função do objectivo do site e modelo empresarial. Poderemos no entanto arriscar uma configuração mínima ideal que deverá conter os seguintes componentes:

RTE (formatação de texto, inserção de links e gestão simples de tags de html)
Gestor de imagens ( inserção e formatação de imagens)
Gestor de documentos (disponibilização de documentos multi-formato por categorias)
Gestão de menus e páginas ( fácil criação de menus, sub-menus, páginas e sub-páginas )
Gestor de formulários (criação simples de categorias, formulários com gestão de remetentes, mensagens de sucesso, etc…).

nota: serão bem complementados com uma ferramenta de análise estatística do site ou com um cruzamento/integração com ferramentas externas como o Google Analytics.

P: Quanto pode custar e que factores podem influenciar o preço?

R: O preço de uma solução de Gestão de conteúdos web varia em função do tipo de site, do grau de personalização e dos componentes instalados. Um site com catálogo e “e-commerce” altamente personalizado, integrado com sistemas de facturação e gestão de stocks, pode custar facilmente dezenas de milhares de euros. Por outro lado, podemos verificar no mercado soluções que rondam os 1000 euros. O preço final é fruto de todas as variáveis do projecto em causa.

P: Que soluções e serviços disponibilizam nesta área e quais as suas características?
A Goweb disponibiliza uma plataforma de gestão de conteúdos altamente customizável, modular e com um grau de simplicidade bastante evidente, o que se torna uma característica fundamental para a empresa/utilizador final que compra a solução. A diversidade dos componentes que se agregam e integram na nossa plataforma cobrem uma grande parte das necessidades iniciais do nosso “target” empresarial. Quanto se torna necessário desenhar e implementar uma solução mais específica, estuda-se a forma mais eficaz de desenvolver e integrar, obedecendo aos princípios de usabilidade e simplicidade de gestão.

António Castro
Gestão de Comunicação e Projectos Web
Semana Informática, Abril 2007
Tema: “Gestão de Conteúdos Web nas empresas”

Google Social Search – pesquisas mais sociais

In Comunidades Web, Google, Internet, motores de busca, social networking on Outubro 27, 2009 at 3:10 pm

O Google, com a sua visão acutilante e “orientadora” de tendências web e novos produtos, acaba de lançar uma novidade ainda em fase de teste: o Google Social Search. Esta nova e preciosa abordagem no universo das pesquisas promete centrar e apresentar resultados no universo mais focalizado nas redes sociais. Esta abordagem da Google é mais um incontornável facto que deve orientar as empresas na sua aposta no marketing digital e relacional. Se o maior motor de busca do mundo acha pertinente ter uma ferramenta global de apresentação de resultados na esfera social, as empresas que ainda não pensam assim estarão certamente condenadas ao carácter obsoleto do papel e dos modelos tradicionais de gestão de comunicação, publicidade e marketing.

nota: esta funcionalidade de “pesquisa social” está apenas disponível para já através do Google Labs ao qual poderá aceder bastando usar a sua conta Google e explorar a presença da sua empresa na web.

É tempo da sua empresa começar a pensar na construção de uma presença social digital, usando os canais das redes sociais para fortalecer os seus laços com a comunidade, angariar novos utilizadores/clientes e manter esses laços estreitos de fidelização e simpatia com a marca. Se não acredita em nós, acredite no Google.

António de Castro
Social Media Manager

Sabias 4.0? A mudança da web 2.0 e além…

In Comunidades Web, Internet, Twitter, jornalismo, social networking on Setembro 22, 2009 at 2:50 pm

Todos os paradigmas de informação que conhecíamos e sobre os quais aprendemos a conceber o mundo, a comunicação e as formas de veicular mensagens estão drasticamente obsoletas. Enquanto este post foi escrito, algo mudou em mim, em si, no mundo e na forma como daqui a um ano se vai percepcionar a informação. Algures, num escritório, numa “startup” ou no seio de um conjunto de estudantes, um novo conceito viral, um novo futuro “media” está a despontar. Esta é a nova realidade mundial, pessoal e que poucas empresas ( felizmente casos como a Procter & Gamble não sofrem de cegueira ) tomaram como realidade absoluta no seu panorama económico, estratégico e nas suas estratégias de marketing.

Este vídeo, fruto também nas novas tendências visuais, ajuda a perceber as recentes mudanças nos paradigmas da comunicação escrita, impressa, digital e algumas novas atitudes para se encarar o futuro.

Rede Social Azul e Branca – Beta Online

In Comunidades Web, Internet, novos media, social networking, web 2.0 on Julho 9, 2009 at 10:32 am

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Finalmente, a rede social azul e branca FCPlink.com , dedicada a todos os adeptos de futebol, desporto e outras modalidades que giram em torno do universo azul, está lançada na sua fase beta! Disponível apenas para um universo restrito de utilizadores.

Apostando num conceito de identidade e paixão dos adeptos pelo seu clube, esta plataforma e rede social pretende ser o espaço de união de todos os portistas, independentemente do desporto que gostam, oferecendo todas as funcionalidades usuais nos modelos sociais de interacção na web.

Hoje, publico aqui um pequeno preview do design da comunidade, da homepage da rede social FCPlink, um dos seus aspectos fortes. Nos próximos dias farei uma análise mais detalhada às funcionalidades desta grande novidade em Portugal, para todos os adeptos do FC Porto.

FCPlink.com – Beta Vip Invites Começou

In Comunidades, Comunidades Web, Internet, social networking on Junho 16, 2009 at 1:54 pm

Queres ser Beta VIP na rede social azul e branca?

A rede social azul e branca já começou a aceitar inscrições para a reserva de convites para a comunidade de todos os adeptos do Dragão e apaixonados pelo clube. Podem solicitar a vossa adesão prévia à rede de adeptos, consultado a página que tem um formulário específico para o efeito.

Fica a par das notícias através da home page FCPlink e segue-os também no Twitter

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Jornalismo e o “papel digital” – um novo paradigma de negócio

In Internet, jornalismo, media, novos media on Março 18, 2009 at 12:35 am

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O jornalismo e os média tradicionais impressos estão – ou deveriam estar – em fase necessária de conversão de modelo de negócio, de adaptação a uma nova filosofia dos meios de comunicação que se encontram agora inseridos numa sociedade transformada, renovada, digital e participante, sob pena de uma descapitalização e insistência num veículo já não tão lucrativo como anteriormente.

O canal de comunicação que os jornais representavam, com um fluxo de informação unidireccional, do média para o leitor sem possibilidade de participação (salvo raras excepções expressas através das colunas de opinião do leitor), está profundamente desarticulado em relação aos novos paradigmas da comunicação digital e do modelo de participação activa do leitor na produção de informação e na acção sobre a própria informação e sociedade.

A par da mudança comportamental e do encaixe do cidadão numa realidade digital que lhe disponibiliza mais ferramentas, canais e possibilidades de interacção – enquanto produtores de informação dos mais variados pontos do globo, seja na praia ou na montanha, no café ou escritório – assistimos também a uma digitalização global da informação anteriormente impressa e comprada nas bancas, quiosques, cafés e tabacarias. Agora, o leitor está mais “tecnologizado”, mais convertido à facilidade de busca de informação indexada e tratada, catalogada e complementada com “rich media”: vídeos, infografias interactivas, galerias de informação etiquetada e relacionada (tagging), com vastas hiperligações a outras fontes de informação.

Agora, o leitor recebe a informação através de “feeds”, “posts”, “blogs”, “twitts”, comodamente nos canais de sua preferência, nos novos media que utiliza e dos quais não se separa nem dispensa. Se aprofundarmos ainda mais as características sociais, etárias e demográficas, é notório que a nova geração de leitores não compra jornais: navega num mundo de estímulos visuais, informação audiovisual, galerias multimédia e num vasto mundo de informação na palma na mão.

Torna-se compreensível, claro e imperioso que os media tradicionais apostem na sua rápida conversão ao novo mundo que de Gutenberg já nada tem: e todos os que estão ligados à área sabem das dificuldades de implementação de pequenas ferramentas multimédia na edição de um jornal (e sim, contemplo neste comentário alguns dos maiores jornais portugueses onde a mudança se faz à custa da teimosia quase beligerante de quem acredita, contra o autismo ignorante e passivo de quem gere).

Internet: história e evolução

In Internet, youtube on Março 16, 2009 at 5:03 pm

A internet dispensa apresentações, mas a sua evolução talvez não. Desde o distante momento da criação da ARPANET, até à sociedade digital web 2.0, já em transformação para uma linguagem semântica, um longo caminho de invenções e mudanças de paradigmas ocorreu. Conheça o que mudou, o que foi feito e os principais actores da mudança numa realidade multimedia que hoje é dada como adquirida.

Twitter: social search engine

In Comunidades, Internet, novos media, social networking, web 2.0 on Março 6, 2009 at 1:26 pm

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O Twitter, de que ninguém se cansa de falar, tem uma funcionalidade que passa despercebida a uma grande fatia dos seus utilizadores (Twitter Search), mas que é provavelmente um dos seus grandes trunfos no que diz respeito à sua futura valorização como ferramenta de auscultação social de importância fundamental para o marketing empresarial, cada vez mais atento e integrado com o universo digital.

Os utilizadores to Twitter interagem com serviços e marcas de forma integrada com o “loudspeaker” que é a ferramenta de micro-blogging em tempo real. Alguns deles, exprimem o seu agrado ou desagrado em relação a serviços e produtos, constituindo desta forma uma gigantesca base de dados qualitativa, que dá às marcas um feedback global constante no que toca ao produto que querem vender.

Se pensarmos no Twitter como um social search engine no qual poderemos introduzir uma marca ou um serviço de uma determinada companhia, e verificar os Twitts que estão a ser “postados”, dá para perceber facilmente a importância do serviço e o seu valor negocial para legitimar este serviço de micro-blogging como uma ferramenta de comunicação digital quase sem concorrência.

Facebook: redesign e novas funcionalidades

In Comunidades, Comunidades Web, Internet, social networking, web 2.0 on Março 4, 2009 at 11:57 pm
Facebook press conference

Facebook press conference

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
O Facebook, seguindo a sua tendência de constante inovação, que tem resultado numa das mais fascinantes e dominantes comunidades de social networking, anunciou hoje, numa conferência de imprensa os novos projectos e o seu novo aspecto gráfico e visual da sua homepage, combinado algumas funcionalidades antigamente dispersas, no mesmo espaço gráfico, aumentando a interactividade e a recolha imediata da informação mais útil aos utilizadores, como por exemplo os amigos com quem mais se interage.

Facebook versus Twitter?

Facebook redesign: new homepage

Facebook redesign: new homepage

Um dos trunfos inegáveis do Twitter é a sua maravilhosa simplicidade e a actualização instantânea da informação, de forma reduzida, condensada e focalizada. Digamos que na era da hiper-abundância e massiva profusão informativa, é uma benção digital. Pessoalmente, começo a ter mais paciência e confiança para ver “twittes” filtrados e posteriormente navegar em profundidade, do que propriamente analisar milhões de referências em busca da correcta.

Um dos aspectos fundamentais do redesign do Facebook e das novas funcionalidades anunciadas hoje, prende-se com o streaming de actividade dos posts dos amigos (agora em tempo real). Outras não menos importantes são os filtros de informação (mais intuitivos e ágeis) e ferramentas como o Publisher que lhe permite de forma fácil actualizar todo o seu Facebook: status, links, videos, etc.

Reportagem completa em TechCrunch

Twitter e Medicina: operação “live” via Twitter

In Comunidades Web, Internet, Twitter, web 2.0 on Março 4, 2009 at 3:43 pm

medicoJá pensou que uma cirugia pode ser transmitida ao vivo através de uma webcam? Claro que já. E via Twitter? Pois, confesso que também não me tinha lembrado dessa utilização. Ainda bem que todos temos ângulos e abordagens de comunicação diferentes das nossas actividades.

Um grupo de médicos, do Hospital Henry Ford, em Detroit (USA), transmitiu via Twitter, uma delicada cirurgia de extracção de um tumor maligno de um rim, através de actualizações de estado da mesma. Um dos membros da equipa ficou destacado para resumir e actualizar o decorrer da delicada intervenção.

A controvérsia deste enquadramento surge logo quando se desvia potencialmente a atenção de um médico especialista e se adiciona uma cirurgia complexa e a utilização de uma ferramenta de social networking. Contudo, como afirma Craig Rogers, nada foi alterado no procedimento e na atenção necessária: um médico residente ficou encarregue de actualizar a informação, à medida que o Cirurgião-chefe executava a operação.

A ideia é aproximar a comunidade pública – não científica – aos procedimentos e processos inerentes à actividade médica, unificando dois mundos tão distantes e tão relacionados.

Twitter: usual, num futuro próximo

In Comunidades Web, Internet, novos media, social networking, web 2.0 on Março 3, 2009 at 12:02 pm

Segundo um dos seus fundadores, o Twitter será brevemente uma ferramenta de utilização normal para todas as pessoas e não apenas para a camada entusiasta da web 2.0 que tem feito desta ferramenta um serviço de exponencial crescimento. Como Evan Williams analisa, à selhança dos blogs, também este será um meio de comunicação que será cada vez mais penetrante e usado por toda a camada social, e que lhe dará um uso particular em função das suas necessidades de comunicação.

O Twitter, um serviço de micro-blogging e social networking, fundado  por Jack Dorsey, Biz Stone e Evan Williams , lançado em 2006, é o telégrafo da era web 2.0. Usado com uma perspectiva bastante diferente de outros serviços de comunicação e instant messaging, permite aos utilizadores “twittar” o seu estado actual, projectos em que estão a trabalhar, sites a visitar, locais interessantes, discotecas em que se encontram e quase tudo o que se possam lembrar.

Google Earth: o top 10 de achados “estranhos”

In Google, Internet on Fevereiro 28, 2009 at 5:30 pm

O Google Earth ajuda cientistas a encontrar ruínas previamente desconhecidas e a polícia a encontrar plantações de marijuana que apenas são possíveis de visualizar de um ponto de vista superior: o espaço. Conheça as dez descobertas mais inusitadas feitas através da utilização do Google Earth, aleitas pela revista TIME.

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Longe vai o tempo em que o o Big Brother (personagem omnisciente do romance 1984, de George Orwell, pesudónimo usado por Eric Arthur Blair) seria visto como uma impossibilidade ou obra de mera ficção, dada a crescente facilidade de observar tudo ou quase tudo,  em tempo real, e numa escala mundial. As novas ferramentas digitais, em evolução exponencial e com funcionalidades que há 10 anos pareciam enquadradas num filme de Kubrik, são hoje parte comum da nossa vida.

O Google Earth, uma das mais revolucionárias ferramentas web à escala mundial, é um bom exemplo desse paradigma que se transforma cada vez mais em realidade: “permite-lhe sobrevoar qualquer parte da Terra para visualizar imagens de satélite, mapas, relevo, edifícios 3D, desde as galáxias no espaço até aos vales submarinos. Poderá explorar conteúdo geográfico complexo, guardar os locais visitados e partilhá-los com outros utilizadores.

Lifehacker.com – A vida é bela quando é simples

In Internet on Fevereiro 28, 2009 at 12:26 pm

Gostava de ajuda “profissional” para tornar a sua vida mais simples, os problemas mais fáceis de resolver e sorrir com mais frequência ?

Agora, tudo é mais simples. O blog lifehacker.com - eleito pela Time Magazine como um dos 25 melhores blogs de 2008 – é um dos sites verdadeiramente úteis para o ajudar na resolução dos problemas triviais ou complexos,  aborrecidos e desesperantes que teimam em nos calcar os pés, e que por vezes nos fazem tropeçar, desesperar, aborrecer e sorrir menos do que deveriamos. Com uma visão global e intuitiva, simples para quem quer auxílio nas mais variadas áreas desde informática, tutoriais, prateleiras, arrumações para gatos, bricolage, condução, viagens, etc, é um dos sites que vai querer guardar nos sues favoritos de sempre.

A sua vida será mais fácil a partir de hoje.
http://lifehacker.com

Second Life : tutorial

In Comunidades Web, Internet, second life, social networking on Julho 12, 2007 at 9:26 am

Abstinência do Google

In Internet on Maio 9, 2007 at 1:59 pm

google1.jpgDeixar de fumar pode ser problemático e objecto de repetidos esforços para cortar definitivamente com a dependência. Já deixar de usar o Google parece-lhe realmente simples, ou não? Será linear que deixar de fumar é difícil e deixar de usar o Google não? Qual dos dois “produtos” se pode tornar mais indispensável na nossa vida e no nosso trabalho cada vez mais digitalmente apetrechado?
 James Thomas decidiu o impensável: desistiu de utilizar o Google ou qualquer um dos serviços ou sites associados ao Google. Bloqueou o seu computador pessoal e o profissional para o impedir de aceder a todos os endereços associados  e começou uma viagem de abstinência. Paranóia, afirmação ou experiência social, é um importante testemunho da importância deste singelo gigante e do impacto que tem nas nossas vidas. O Google e todos os serviços associados, alguns deles quase sem nos darmos conta, transformaram radicalmente as nossas vidas. Thomas decidiu abdicar deles! Parece que é possível, afinal.
 Depois de uma tentativa frustrada de oferecer ao Ask.com a oportunidade de ser o motor de busca principal ou favorito, Thomas, desiludido com a eficácia as pesquisas, decidiu fazer as pazes com o Yahoo e em alternativa ao Google News, Thomas respondeu com o Rootly afirmando a sua convicção na alternativa e no excelente funcionamento do serviço.

Dito pelo próprio:” Vou continuar a bloquear o Google? A minha abstinência deu resultados? Sim! Posso passar sem usar o Google e ser ainda mais produtivo. Ver a minha privacidade violada e vasculhada é seguramente um malefício maior do que fabulosa eficácia das pesquisas”.

Internet nas PME

In Internet on Abril 3, 2007 at 2:44 pm

web.jpgUma das actividades fundamentais de uma empresa, paralelamente ao seu intrínseco propósito económico e gerador de proveitos, juntamente com a dimensão social, contributiva e geradora de riqueza, é comunicar e promover produtos ou serviços que vende ou disponibiliza. Comunicar o que se vende é uma actividade tão própria da empresa, como é do ser humano comunicar o que pensa. Todas as nossas actividades, mesmo as inconscientes, comunicam atitudes, estados de espírito, vontades, desejos e moldam a percepção exterior, seja nas relações pessoais, seja nos negócios. A sua empresa não é excepção e deve comunicar sob todas as formas, positiva e profissionalmente.

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