António de Castro

Archive for PM|Yearly archive page

Mudamos de Casa

In Blogroll on Maio 4, 2010 at 5:02 pm

Aviso à navegação 🙂

O webilidade, que tanto gostou de estar por cá, agora tem nova casa, mais confortável para todos vocês que me seguem tão gentilmente:

www.webilidade.com

Anúncios

Imagens de Marca – Em Destaque

In comunicação, meios e publicidade, publicidade on Abril 26, 2010 at 8:31 am

A revista Meios e Publicidade entregou ontem os Prémios de Design, no espaço Lollipop, em Lisboa, na semana em que o Imagens de Marca dedica a sua edição ao Design. A primeira edição da iniciativa contou com 385 peças inscritas, de um total de 96 empresas, das quais 113 chegaram à final.

O Grande Prémio ficou nas mãos da Ivity, com o projecto “Vinho 8”, que levou ainda para casa os prémios Impressão e Packaging.
Em declarações ao Imagens de Marca Carlos Coelho, Presidente da Ivity, sublinhou a importância destes prémios no sentido de se “dar visibilidade” aos trabalhos que são feitos e para “estimular o mercado a produzir peças de qualidade”.
Quanto ao trabalho premiado, Carlos Coelho lembra que foi feito por uma equipa pequena, com cinco pessoas, mas “com muito amor”. “É um trabalho notável, onde empenhámos meses na produção de um conceito de vinho”.

Fonte: Imagens de Marca

Imagens de Marca – Em Destaque.

Câmara de Coimbra corta acesso dos funcionários ao Facebook – Tecnologia – PUBLICO.PT

In empresas on Abril 21, 2010 at 2:21 pm

A Câmara de Coimbra cortou o acesso dos computadores da autarquia à rede social na internet Facebook, justificando que são para trabalhar e “não para satisfazer os interesses ou desejos dos funcionários”, disse ontem o presidente da autarquia.

“Os computadores da Câmara Municipal de Coimbra estão ao serviço público que é exercido pelos funcionários enquanto estão a trabalhar”, disse à agência Lusa Carlos Encarnação.

Carlos Encarnação sustenta que fora da autarquia os funcionários “podem fazer o que quiserem para satisfazer os seus interesses ou desejos”, mas “enquanto estão ao serviço da Câmara, os computadores são para trabalhar”.

O autarca social democrata frisou ainda que “já há uns anos a Câmara suprimiu a ligação aos blogues”.

A decisão de cortar o acesso ao Facebook foi tomada pelo Departamento de Administração Geral e Recursos Humanos da autarquia, disse Carlos Encarnação, remetendo mais pormenores para o vice-presidente, João Barbosa de Melo.

Segundo noticiou ontem a Rádio Renascença, na base da decisão esteve uma funcionária que foi apanhada a jogar Farmville, um popular jogo que incentiva os utilizadores a cuidar de uma quinta.

Câmara de Coimbra corta acesso dos funcionários ao Facebook – Tecnologia – PUBLICO.PT.

Twitter lança anúncios em pesquisas patrocinadas — Today’s Top Stories

In Blogroll on Abril 20, 2010 at 2:34 pm

Se é certo que todos os serviços necessitam de rendimento para sustentar o seu modelo de negócio, é também inegável que já muito tempo passou sem que o Twitter tivesse a tentação de incluir no seu modelo de negócio os Twitts patrocinados de alguma forma, rentabilizando assim a constante timeline de microblogging.

“The new service, named “Promoted Tweets,” will allow companies to place a less-than-140-character message at the top of pages of search results.

Twitter said that it was currently testing Promoted Tweets with a number of advertisers including Best Buy, Bravo, Red Bull, Sony Pictures, Starbucks and Virgin America.

Under the program, one “Promoted Tweet”, such as a sponsored message from Starbucks, will appear at the top of a search result page on Twitter for keywords that companies specifically purchase from Twitter.

Biz Stone, Twitter founder, was keen to point out that promoted Tweets will only be used if they are regarded as relevant by users.

“There is one big difference between a Promoted Tweet and a regular Tweet. Promoted Tweets must meet a higher bar—they must resonate with users,” Stone wrote in his blog. “That means if users don’t interact with a Promoted Tweet to allow us to know that the Promoted Tweet is resonating with them, such as replying to it, favoriting it, or Retweeting it, the Promoted Tweet will disappear.

Twitter launches first-ever search ads — Today’s Top Stories.

Dos “mass media” para o “self media”

In comunicação, facebook, Marketing, redes sociais on Abril 19, 2010 at 5:08 pm

|| A génese da sociedade é gregária, em rede.

Apenas agora se fala de forma tão acentuada de redes sociais, mas a verdade é que p ser humano,
ao longo da sua história, sempre se desenvolveu em rede. Gregário por natureza, sempre esteve unido
em comunidades, grupos, crenças, clubes, associações, aldeias, cidades, amigos, coleccionadores, movimentos e agrupamentos genéricos de formas diversas.
A comunicação, a publicidade e o Marketing ao serviço das empresas sempre tentou identificar
as características homogéneas dos subgrupos sociais para melhor passar a mensagem, tentando influenciar o comportamento de aquisição dos indivíduos, falando simultaneamente para milhares
de pessoas, tipificadas num universo maior, racionalizando e optimizando esforço e recursos.

|| A homegeneidade dos “mass media”

A comunicação de outrora, inserida no advento dos canais de massas, potenciada pela caixa mágica
que mudou o mundo, via nesse quadrado hipnótico e fantástico a possibilidade de falar a uma voz instantânea para os milhões que assistiam aos seus programas preferidos e que eram apenas “interrompidos” para consentir a sua atenção para a publicidade inserida.
O rádio e os jornais complementarmente usados, veiculavam mensagens personalizada para os grupos, para o “target” a ser afectado. Mas a comunicação para massas, por características endógenas do meio, esquece facilmente o indivíduo e as suas particularidades, bem como a estimulante capacidade
de interacção bidireccional com a mensagem. Falava-se maioritariamente apenas num sentido:
do anunciante para o consumidor, sem capacidade efectiva de medir o retorno e eficácia da mensagem, o feedback do consumidor ao estímulo produzido. Assim era em quase todos os esforços de comunicação utilizado estes canais de sentido único até há bem pouco tempo.

|| Afunilamento personalizado da mensagem

O Marketing sempre tentou combater a generalidade para perceber a individualidade específica de cada consumidor, isolando as massas em sub-grupos de características mais precisas, adaptando a mensagem genérica aos mesmos: criando mais valias efectivas e sentimento de pertença mais preciso, fortalece-se na persuasão da mensagem de comunicação, “vendendo” os benefícios e atributos de produtos e serviços de forma mais empática, mais distante da massa e mais próxima do “eu”, como se de um produto único falássemos. O sonho de qualquer marketeer é falar cara-a-cara para o indivíduo, como se de uma conversa amigável se tratasse, conhecendo anteriormente os seus gostos particulares, actividades de consumo
e hábitos sociais, para assim poder decidir que eixo de comunicação usar, a que horas, em que canal
e usando o tipo de discurso que mais resultados produz.

|| Marcas que falam

A conversação social, uma revolução tão importante quanto o advento dos “mass media”, permite uma real translação do eixo de comunicação e uma transformação radical na forma de transmissão da mensagem pelo lado do anunciante, e uma absorção diferenciada, mais rica e participativa pelo lado do consumidor. A participação das marcas nas redes sociais, em franca expansão e explorada eficazmente apenas por algumas grandes marcas de consumo com visão profunda sobre as disciplinas de Marketing e promoção de bens e serviços, é uma dramática e positiva alteração na promessa “bem-benefício”.

white paper - "dos mass media ao self media"

Faça Download do White Paper
e leia o artigo completo

As PME’s e a sua macrocefalia disfuncional

In empresas, negócios digitais, visão empresarial on Abril 3, 2010 at 12:13 pm

Quando olho para um polvo, lembro-me frequentemente da típica e sofrível PME: uma única e auto-proclamada cabeça pensante que absorve para si simultaneamente o comando dos variados tentáculos operacionais desse organismo vivo, composto pela equipa de colaboradores e tarefas dependentes. Naturalmente, a multiplicidade das extensões e variedade de funções, esgota compreensivelmente a capacidade de coordenação, comando e verificação analítica do funcionamento correcto e óptimo de cada uma delas, optimizando o todo.

Dado o constante e imponderável movimento diversificado das operações conjuntas, paralelas e cooperantes dos membros provenientes desse motor central coordenador, torna-se fácil perder a perspectiva e derrapar em rotinas de atraso regular, ineficiência operacional e incapacidade de orientar o movimento futuro do octópode, fazendo-o progredir de forma pouco ou nada graciosa: a tarefa imediata cai rapidamente no limbo do tropeço constante, a tarefa vital enrola-se metodicamente em nós acumulados e fazem o polvo cambalear, equilibrando-o “ad eternum” numa quase queda perpétua e sempre timidamente adiada.

Esse polvo operacional, dotado de extensões de si próprio, cada uma delas com a sua particularidade e autonomia operacional, deve delegar o controlo da micro-tarefa para o maquinista dessa extremidade, ficando o macrocéfalo órgão mais ligado ao planeamento estratégico. Porque não combinar e coordenar momentos específicos para relatórios e pontos de situação que apenas quem toca no terreno e sente as dificuldades diárias da progressão no terreno pode sentir? Os membros operacionais, também eles pensantes no seu cosmos mais centrado na execução, podem agir estrategicamente sobre a sua própria natureza, constituindo assim um organismo pluricelular de gestão diferenciada: um que olha a longo alcance e delineia a estratégia de progressão e angariação de metas a longo prazo: outro, mais centrado e preso nos obstáculos diários, que se concentra em contornar as pedras do dia-a-dia, traçando a estratégia de locomoção em paralelo.

De forma coesa, articulada, paralela e contribuinte para o mesmo objectivo, divide-se assim a estratégia corrente diária da estratégia sectorial e de longo alcance: a que verdadeiramente pode fazer o octópode caminhar mais alto entre iguais, agarrando oportunidades que apenas de cima se podem visualizar. Esta é a mentalidade que urge mudar: o açambarcamento constante de todas as tarefas de naturezas múltiplas em estruturas pensantes de um indivíduo só que concentra em si o papel de estratega, decisor, director de recursos humanos, director de comunicação, marketing e também gestor financeiro. Naturalmente, sendo o tempo escasso e as tarefas infinitas e sucessivas, resvala-se rapidamente para o caos orgânico.

Importa que cada gestor se rodeie de pessoas (os seus tentáculos operacionais e dinamizadores) com liberdade de actuação, responsabilidade de gestão e competências, assentes em pensamento diferenciado. É sabido que as equipas multidisciplinares são mais produtivas do que conjuntos movidos apenas a uma voz sonante e sem variações, contradições ou pensamentos distintos: a diversidade é amiga e fomenta a progressão.

Por isso, se sente que a sua empresa é um polvo, converse mais com os seus tentáculos.
Eles terão bastantes mais soluções para alimentar o cérebro global da empresa.

António de Castro
Social Media Manager

Webdesign, webmarketing, talhos, bifanas e dentistas: uma correlação sem estética aparente

In facebook, humor, Marketing on Março 25, 2010 at 9:46 am

Meio quilo de design e seis fatias de formulários: ou sete, tanto faz.
É altura de me debruçar contra determinados fenómenos paranormais que regem de forma habitual a ligação entre as empresas digitais e os seus parceiros de negócios, também conhecidos como clientes. Eu prefiro pensar que um cliente é um parceiro ao passo que os clientes parecem (não todos, felizmente) pensar que as agências de webdesign e comunicação – digital ou tradicional – são fornecedores do tipo “meio quilo de design e seis fatias de formulários, faz favor”. Ah, e se puder dar o jeitinho, pese-me aí 500 gramas de Adwords para juntar à mortadela. Baratinho, não se esqueça.”

Quando eu menciono o vocábulo fornecedores – contextualizado acima – não o faço no sentido nobre, mas no sentido do fornecedor de mercadoria avulso, à unidade ou ao peso, qual tasca, talho ou roulote de bifanas: “era um fino e um banner 340×450, faz favor” ou então, o clássico “já que está a mexer nisso, mude para vermelho que este azul faz-me azia”. Sem precisar de puxar muito pela imaginação, assalta-me a mente a mítica “esse rodapé ficava bem era em cima e os menus em baixo”. Não se pense que a minha imaginação é fértil baseado nestes detalhes, são fragmentos da vida real.

Sr Doutor, troque-me a injecção por uma ligadura
Recentemente, estava no dentista, enquanto ele – especialista da área da ortodontia – me examinava cuidadosamente a boca. Recostado na cadeira, enquanto o deixava exercer a sua actividade, não me recordo de nem uma vez ter pensado “afinal quero não quero um branqueamento, quero mesmo é que me tire os caninos e que os ponha na zona posterior do maxilar”. Também nunca me passou pela cabeça dizer ao meu médico de clínica geral que afinal “não quero uma injecção intravenosa, mas uma ligadura no dedo mindinho”. Porquê? Porque a especialização tem destas coisas: cada macaco no seu galho, cada galho na sua árvore, cada árvore no seu habitat.

O cliente é o raptor da sua própria solução
Uma das maiores batalhas de qualquer agência de comunicação, design, webdesign ou marketing é a de amigavelmente convencer os seus clientes de que o dinheiro investido numa solução deve ser optimizado de acordo com o orçamento e potenciado para atingir os objectivos. Ouvir os disparates pegados do “mude-me a cor do site faz favor” faz-me sempre lembrar uma fila de um talho onde se pode ouvir amiúde “queria mais dois bifes a juntar ao entrecosto”. A cordialidade necessária para convencer um cliente de que a solução proposta é a mais rentável para o orçamento existente, exige um grau de diplomacia só superado pelos políticos internacionais que fazem negociação de paz ou negociadores de reféns dos filmes americanos. Neste caso, o nosso refém é a solução estudada, desenhada, pensada e articulada para dar lucro e ser paralelamente eficaz. O cliente assume o papel de raptor porque tem uma arma branca chamada transferência bancária na mão, encostada na jugular da solução eficaz: “Afastem-se ou eu corto este interface de navegação! Todos para trás … Já!

Não quero a melhor solução, quero é mandar em si.
Quando abordamos a questão do webmarketing, voltamos ao “drama do especialista”: o cliente afinal é omnisciente e é que sabe quantas gramas de Adwords é que quer para juntar às azeitonas que comprou no hiper. Quando é habilmente convencido, saca do seu último trunfo, após todos os outros terem caído por terra após a negociação ardilosa, para seu bem. Então, na fase do desespero, o cliente triunfalmente diz: “mas eu é que pago, eu é que sei”. Nessa altura, há várias opções, nenhuma das quais me parece bem dizer aqui, porque corro o risco de ofender o Luíz Vaz de Camões, a Igreja Católica e a moral e os bons costumes que a minha mamã e o meu papá me transmitiram.

Varandas na cave, vigas na diagonal e esfoliação em vez de operação
Resta-me sonhar com o dia em que eu vou poder dizer ao médico que não quero uma operação para me salvar a vida, mas sim uma esfoliação de pele porque sou eu que estou a pagar e eu é que sei. Ou então, dizer a um arquitecto que afinal as vigas planeadas para suportar o peso estrutural da casa nova que eu vou pagar vão ter de ficar na diagonal, com o tecto por baixo. Ah, esquecia-me. E quero que a varanda seja construída na cave e o revestimento do chão seja o forro da minha cama.

Porquê? Por nada. Eu é que pago. Sou cliente, mais nada!


nota: a fim de evitar qualquer mal entendido, este texto é apenas a sátira de processos negociais decorrentes de vontades diversas em torno de um objectivo comum. Não exprime a minha opinião sobre a importância dos clientes, mas sim a importância da consultoria especializada. Não é um processo específico sobre clientes particulares, mas sobre casos estudados na área da web e partilhados pelos seus profissionais de forma abrangente. Além disso, é humor. Ria-se!

Obrigado 🙂

Oração Facebook: uma nova bíblia e o novo púlpito para as massas digitais

In Blogroll on Março 9, 2010 at 9:30 am

Facebook: o novo púlpito para as massas digitais

Há dias, em conversa sobre os novos hábitos sociais, tendências de partilha de informação e utilização dos novos media para difusão de informação para a comunidade, sob o conceito da construção permanente de uma audiência ou de um séquito de influenciados, lembrei-me claramente da imagem seguinte: o facebook é uma religião de participação e oratória de partilha social.
Uns, influentes e seguidos, discursam do alto da sua voz, instalados no púlpito social, ao passo que os outros partilham a voz anterior, as palavras e URLs sábios dos mais activos. Em honra a esta pequena sátira, escrevi a oração do Facebook.

A oração do Facebook


Eis-nos aqui, reunidos no Facebook, sob a graça da partilha e a inspiração da participação.
Inspirados pela graça universal da web 2.0, agradeçamos as funcionalidades de status, o feed de amigos e a facilidade de posts de conteúdos a partir de redes externas com um simples URL.

Comunguemos da facilidade de participação e adesão aos abundantes grupos criados pelos crentes nas causas várias, e enviemos mensagens virais a todos quantos conhecemos, com iluminada dose de consciência e parcimónia reguladora de abusos indevidos.

Tenhamos atenção ao spam social que prevarica abudantemente contra a liberdade alheia de não querer receber aplicações, jogos sociais e conteúdo indesejado.

Paremos, conjuntamente, sob a reflexão de não enviar Quizz ou pedidos de Farmville a todos quantos fazem parte da nossa lista de seguidores, sob pena de sermos banidos da sua lista bondosa de influentes seguidos. Não cobicemos o perfil do próximo e o número de amigos angaridos pelas suas actividades e posts.
Sejamos modestos nos elogios em prol de nós próprios e conscientes no “desamigar” de perfis ruidosos.
Utilizemos sabiamente o “hide” de aplicações, amigos e feeds menos próprios, ao mesmo passo que a irmandade do Facebook cresce em nosso redor.

Agradeçamos em conjunto aos criadores,
Em nome do Facebook, partilh’en



António de Castro
Social Media Manager
Agnóstico Social ( lol )


Yahoo anuncia parceria com Twitter

In negócios digitais on Fevereiro 24, 2010 at 10:52 am

A importância do Twitter parece afectar toda a sociedade e também os grandes players tecnológicos já presentes no mercado há algum tempo, com posições dominantes em várias áreas da internet.


Mais do que uma simples ferramenta de micro-blogging, o uso que está a ser dado ao Twitter pela sociedade, potencia o mesmo como motor de busca de informação em tempo real através do Twitter Search. Ao contrário dos mecanismos normais de indexação de informação nos motores, em que a mesma fica guardada em base de dados e acessível para pesquisa dependendo da velocidade do processamento da mesma, o Twitter disponibiliza dados em tempo real acerca de qualquer tópico imaginável, tal é a massiva utilização do mesmo para “postar” estados, links, informações, gostos, desgostos, etc.

Nesta batalha pela corrida da informação em tempo real, agora é a vez do Yahoo revelar a sua parceria com o Twitter e os detalhes da mesma. De forma resumida, esta parceria parece estar divididade em 3 áreas primárias:

Acesso ao Twitter Feed através do Yahoo
Será possível aceder à timeline de Tweets a partir do universo do Yahoo.

  • No Yahoo MailYahoo Sports
  • Homepage e outros recursos mais gerais do Yahoo.

Actualizar o estado do Twitter a partir do Yahoo
Será agora possível actualizar o estado e usar o twitter como se estivessemos logados no twitter.

Buscas Yahoo

Os twitter públicos passarão agora a ser incluídos nos resultados das pesquisas do Yahoo, Notícias, Finanças, Desporto, Entretenimento e outros recursos. O Yahoo terá acesso directo aos dados Twitter pelo que se poderá esperar que a actualização da informação seja feita em tempo real.

A partir deste momento, o Yahoo está mais próximo dos seus concorrentes de peso no que diz respeito à “real time data”.


5 dicas para energizar a sua empresa

In dicas web, tutoriais on Fevereiro 19, 2010 at 2:56 pm

1 – Segmente
É vital segmentar e categorizar os seus contactos

Cada cliente tem uma dimensão psicológica e necessidades comerciais bastante diferentes, seja qual for a área a que esteja ligado. Um cliente efectivo pode ter apetência para um tipo de produtos e serviços adicionais e um potencial cliente para outros de natureza diferente. Se a sua segmentação não for devidamente efectuada, poderá correr o risco de enviar informação inútil para a maior parte deles, ou para todos, transformando a sua política de comunicação em algo ineficaz e dispendioso.

Divida a sua carteira comercial em critérios pertinentes de catalogação: actividade da empresa, permeabilidade à tecnologia, grau de satisfação, número de visitas efectuadas, soluções aprovadas e recusadas, perfil psicológico, etc. O historial do seu cliente dar-lhe-á informações inteligentes para comunicar e decidir o que comunicar no momento de promoção de um produto ou serviço.

Ideias

• Utilize software de gestão de contactos e “prospects” comerciais

• Promova e actualize a sua “newsletter empresarial”

• Organize a sua base de dados por critérios bem definidos

• Mantenha os contactos potenciais como clientes para futuro

• Construa e caracterize dimensões psicológicas para os seus clientes

• Meça a taxa de cliques das suas “newsletters” com Google Analytics

• Pense em comunicação segmentada e adequada a cada canal: web, mailings, brochuras, etc…

2 – Relacione-se!
A angariação de novos clientes é dispendiosa. Não esqueça os que já são seus seguidores

É frequente – de certa forma triste mas realidade – que as empresas existam fechadas sobre si mesmo, numa compasso de espera adormecido, sem ligação sistémica com o meio ambiente empresarial ou comercial, na óptica do relacionamento com os potenciais clientes da empresa e, mais grave ainda, sem uma lógica de manutenção negocial e comercial do capital de vendas adquirido.

Para uma grande parte das pequenas e médias empresas portuguesas, o esforço regular concentra-se na angariação sistemática e regular de novos clientes, desprezando o potencial valor dos clientes que já o são e que já mantém uma relação com a empresa: seja ela positiva ou negativa, existe a necessidade da veiculação de comunicação eficaz com quem nos avalizou como fornecedores de confiança. Caso existam problemas na sua relação com os clientes, ponha em prática um plano de recuperação de confiança para recuperar a sua credibilidade. Em todos os problemas há uma solução!

Ideias

• Mantenha um blog empresarial

• Aposte em medias sociais para mostrar ao mundo o que faz

• Visite regularmente os clientes activos e os potenciais

• Faça acções de charme e contactos regulares (sem intuito deliberado de venda)

• Dê os parabéns aos seus clientes pelas suas vitórias

• Faça telefonemas e acções de avaliação de satisfação

• Convide clientes para dar ideias sobre o seu trabalho: as necessidades estão do lado dele

3 – Partilhe!
Envolva a sua equipa na construção de uma personalidade empresarial

A informação é poder: adicionalmente, significa potencial actividade visível para o exterior. Dentro de qualquer empresa, a actividade orgânica é óbvia para os seus funcionários, colaboradores e gestores. Mas a sua empresa não é um entidade orgânica isolada do resto do mundo. Do exterior, torna-se fácil ficar invisível dado que não existe acesso ao que faz a menos que implemente formas de comunicação periódicas, regulares e de interesse para o universo que necessita dos seus produtos ou serviços.

Encare a partilha de informação como a construção sistematizada de um perfil ou personalidade de empresa, uma personalidade que se relaciona com o mundo exterior de forma empática e positiva. A sua empresa isolada é uma fonte de custos, relacionada é uma fonte de potenciais proveitos.

Ideias

• Utilize as redes sociais e os blogs para espalhar informação positiva sobre a sua actividade

• Faça dos seus “leads” de negócio um canal sólido para transmissão de informação

• Pense na sua empresa como um fornecedor de matérias, produtos, serviços e informação (também)

• Integre a sua empresa no mercado e não espere que ele lhe bate à porta

4 – Escute!
As ideias são o motor do mundo. E não custam nada se as quiser ouvir

Para quem gere uma empresa, a tentação de estabelecer linhas de orientação embutidas no modelo de negócio mas ausentes de incorporação com o mercado é uma constante. O foco imediato e macro nas actividades diárias impede que os organismos empresariais de menor dimensão tenham um visão da “big picture”. Ouça mais o mercado, os colaboradores e a imagem que o exterior tem de si. Faça uma autoscopia empresarial com base em inputs externos: serão mais racionais, mais sinceros e analíticos na visão empresarial do sua mecânica e eficácia como fornecedor.

Ideias

• Construa inquéritos de satisfação internos e externos

• Seja honesto nos pedidos de avaliação a fornecedores e clientes

• Analise o que dizem de si na web

• Implemente um sistema de alertas “Google” sobre a sua empresa e actividade relacionada

5 – Incentive!
Somos o que incentivamos, recebemos na medida do que damos!

Os seus colaboradores estão constantemente a resolver problemas e a apresentar soluções inovadoras: faz parte do workflow de processos e responsabilidades de cada um, todos os dias. Contudo, a maior parte desses processos esgotam-se na resolução da tarefa e não são absorvidos como metodologia e parte integrante da fluidez mecânica empresarial. Utilize ferramentas internas de optimização de conhecimento, incentive a partilha de recursos e soluções e ainda poderá identificar no processo os seus funcionários e colaboradores mais talentosos e valiosos.

Ideias

• Utilize Wikis, blogs internos, ferramentas colaborativas de gestão

• Faça autoscopias regulares aos departamentos

• Pense fora do quadrado, partilhe, discuta e obtenha retorno

• Promova reuniões de partilha de ideias (brainstormings departamentais e globais)

• Institua políticas de prémios e recompensas simbólicas a colaboradores de excelência

• Recompense quem faz acontecer! Fará com que mais ainda seja feito.

Em suma:

Acima de tudo, sinta que na realidade a sua empresa é que quiser fazer dela. É um organismo composto de pessoas, cérebros, colaboradores, ideias, vontades e ambições. Coloque todos a remar em torno dum objectivo e verá que a engrenagem roda melhor e com mais energia. Delegue e faça acontecer!

António de Castro
Publicado em mktportugal.com