António de Castro

Archive for the ‘Blogroll’ Category

Mudamos de Casa

In Blogroll on Maio 4, 2010 at 5:02 pm

Aviso à navegação 🙂

O webilidade, que tanto gostou de estar por cá, agora tem nova casa, mais confortável para todos vocês que me seguem tão gentilmente:

www.webilidade.com

Twitter lança anúncios em pesquisas patrocinadas — Today’s Top Stories

In Blogroll on Abril 20, 2010 at 2:34 pm

Se é certo que todos os serviços necessitam de rendimento para sustentar o seu modelo de negócio, é também inegável que já muito tempo passou sem que o Twitter tivesse a tentação de incluir no seu modelo de negócio os Twitts patrocinados de alguma forma, rentabilizando assim a constante timeline de microblogging.

“The new service, named “Promoted Tweets,” will allow companies to place a less-than-140-character message at the top of pages of search results.

Twitter said that it was currently testing Promoted Tweets with a number of advertisers including Best Buy, Bravo, Red Bull, Sony Pictures, Starbucks and Virgin America.

Under the program, one “Promoted Tweet”, such as a sponsored message from Starbucks, will appear at the top of a search result page on Twitter for keywords that companies specifically purchase from Twitter.

Biz Stone, Twitter founder, was keen to point out that promoted Tweets will only be used if they are regarded as relevant by users.

“There is one big difference between a Promoted Tweet and a regular Tweet. Promoted Tweets must meet a higher bar—they must resonate with users,” Stone wrote in his blog. “That means if users don’t interact with a Promoted Tweet to allow us to know that the Promoted Tweet is resonating with them, such as replying to it, favoriting it, or Retweeting it, the Promoted Tweet will disappear.

Twitter launches first-ever search ads — Today’s Top Stories.

Oração Facebook: uma nova bíblia e o novo púlpito para as massas digitais

In Blogroll on Março 9, 2010 at 9:30 am

Facebook: o novo púlpito para as massas digitais

Há dias, em conversa sobre os novos hábitos sociais, tendências de partilha de informação e utilização dos novos media para difusão de informação para a comunidade, sob o conceito da construção permanente de uma audiência ou de um séquito de influenciados, lembrei-me claramente da imagem seguinte: o facebook é uma religião de participação e oratória de partilha social.
Uns, influentes e seguidos, discursam do alto da sua voz, instalados no púlpito social, ao passo que os outros partilham a voz anterior, as palavras e URLs sábios dos mais activos. Em honra a esta pequena sátira, escrevi a oração do Facebook.

A oração do Facebook


Eis-nos aqui, reunidos no Facebook, sob a graça da partilha e a inspiração da participação.
Inspirados pela graça universal da web 2.0, agradeçamos as funcionalidades de status, o feed de amigos e a facilidade de posts de conteúdos a partir de redes externas com um simples URL.

Comunguemos da facilidade de participação e adesão aos abundantes grupos criados pelos crentes nas causas várias, e enviemos mensagens virais a todos quantos conhecemos, com iluminada dose de consciência e parcimónia reguladora de abusos indevidos.

Tenhamos atenção ao spam social que prevarica abudantemente contra a liberdade alheia de não querer receber aplicações, jogos sociais e conteúdo indesejado.

Paremos, conjuntamente, sob a reflexão de não enviar Quizz ou pedidos de Farmville a todos quantos fazem parte da nossa lista de seguidores, sob pena de sermos banidos da sua lista bondosa de influentes seguidos. Não cobicemos o perfil do próximo e o número de amigos angaridos pelas suas actividades e posts.
Sejamos modestos nos elogios em prol de nós próprios e conscientes no “desamigar” de perfis ruidosos.
Utilizemos sabiamente o “hide” de aplicações, amigos e feeds menos próprios, ao mesmo passo que a irmandade do Facebook cresce em nosso redor.

Agradeçamos em conjunto aos criadores,
Em nome do Facebook, partilh’en



António de Castro
Social Media Manager
Agnóstico Social ( lol )


Google Buzz: privacidade “contornada”?

In Blogroll on Fevereiro 12, 2010 at 12:54 pm

google-buzzE se de repente, os seus contactos de webmail Google passassem a ser públicos e visíveis numa rede social? Provavelmente, não acharia muita piada. O Google, após o lançamento do Google Buzz, recebeu algumas queixas graves dos seus utilizadores de Gmail. Preocupados pela transformação de listagens privadas de contactos em membros de uma rede pública, as pessoas mostraram-se surpreendidas pela “utilização” desta funcionalidade, desta forma, por parte do Google.

Explicando o processo Google Buzz
Quando se acede ao Gmail, há um convite para se experimentar a nova funcionalidade Buzz, sem necessidade de configuração adicional. Automaticamente, e sem qualquer tipo de “permissão” voluntária, passa a seguir a sua lista de contactos via Buzz, ficando a informação disponível no perfil público. Para esconder a listagem de seguidores/seguidos, é necessário editar o perfil e clicar numa checkbox para não mostrar a listagem.
Deveria esta informação ser mais acessível durante o processo de configuração? Deveria, mas não era a mesma coisa na lógica de eficácia de propagação da rede, da funcionalidade e do sucesso do próprio Google.O gmail é uma ferramenta bastante utilizada, tanto em termos pessoais como empresariais, pelo que esta leveza na privacidade pessoal e partilha “inconsciente” é preocupante.

Ajustar as definições de Privacidade Google Buzz
1 – Após ter entrado na conta, digite o URL www.google.com/profiles/me
2 – Escolha as definições mais adequadas de privacidade

Utilize, experimente, mas com cautela.


Haiti no Facebook: solidariedade, eficácia ou hipocrisia?

In Blogroll on Janeiro 14, 2010 at 10:50 am

A enorme tragédia que assolou o mundo e que vitimou já mais de 100 mil pessoas no Haiti, com previsões para o aumento significativo do impacto da catástrofe, é já um dos temas da agenda de hábitos, tópicos e discussões do Facebook. Centenas de grupos com centenas de milhares de fãs, são uma realidade a partir do momento que a notícia começou a ser divulgada. Esta tendência algo sombria e hipócrita da criação de grupos de solidariedade ajuda alguém efectivamente? Ainda que ajude à divulgação do tema, como instrumentos de solidariedade social, serão interessantes ou apenas uma máscara simples para um “junta-te ao grupo” e mostra o teu apoio. Não serei naturalmente contra a divulgação de causas sociais e o Facebook, sendo o media abrangente e de penetração e audiência mundial, é um excelente canal de divulgação de iniciativas. Contudo, não posso deixar de sentir alguma hipocrisia simples de pertencer a movimentos digitais cujo esforço custa apenas um clique.

Por isso, não me vou juntar a nenhum grupo de apoio de solidariedade pró-Haiti.
Será mais interessante canalizar os meus esforços solidários através de outros canais ou simplesmente não fingir que sou adepto da causa porque cliquei num link.

A eficácia destas campanhas são realmente visíveis se contarmos que o Facebook é o principal beneficiário das “campanhas sociais”. Se alguém souber o que o Facebook dá em troca para ajudar, por favor avisem-me!

António de Castro
Social Media Manager


Social Media Revolution – o maior evento global desde a revolução industrial?

In Blogroll on Janeiro 8, 2010 at 3:53 pm

O Admirável Mundo Novo, escrito em 1932 por Aldous Huxley,  é uma fantástica obra de literatura e das que mais me marcou na minha visão futurista sobre o que o mundo poderia vir a ser. Esta leitura, absorvida na minha adolescência, a par com o livro Big Brother, semeou em mim possibilidades fantásticas e links para realidades mentais dum futuro possível, mas nunca me poderia ter preparado para os fenómenos actuais dos media e da partilha de informação a um ritmo alucinante, em que cada pessoa é um editor de informação, jornalista social, influenciador de opiniões e relações públicas de conteúdo que lhe interessa e agrada. A revolução social e os novos media, principalmente através dos canais de comunicação e do que eles possibilitam, está a transformar a forma como vemos o mundo, interagimos com ele, com os amigos, com a sociedade e com as marcas e produtos de forma geral. Está a aproximar pessoas, a derrubar continentes e fronteiras, espalhando-se a uma velocidade impensável há 10 anos atrás.

Aproveito este pensamento para partilhar convosco este magnífico vídeo que espelha as dramáticas mudanças e os fabulosos números duma realidade quase “ficcionável”.


António de Castro
Social Media Manager

Social Marketing: o que mais funciona!

In Blogroll on Janeiro 5, 2010 at 4:41 pm

Apesar da maior parte das empresas já ter noção da importância da sua presença no Facebook, existe ainda uma dúvida transversal acerca de como se relacionar de forma eficaz com os fãs, clientes, amigos ou seguidores, “nuances” da mesma moeda e capital social das redes. As tácticas de marketing mais frequentemente usadas pelas empresas não são necessariamente as mais eficazes. Dos dados disponíveis interessa reter que os métodos de comunicação mais usuais são a “actualização de estado” para canalização de visitas, seguido da construção de “amizades” com clientes recentes. Se analisarmos as empresas mais direccionadas ao consumidor, a táctica mais eficaz de relacionamento digital foi a criação de aplicações Facebook, princípio e prática apenas seguida por um quarto das empresas analisadas. Por outro lado, tanto as empresas B2B e B2C afirmaram que as sondagens são uma forma eficaz de relacionamento e envolvimento com os fãs.

No Twitter, e apesar das diferenças, a utilização deste canal de microblogging foi privilegiada para a angariação e aumento das visitas a sites, seguido de ligações a microsites promocionais. Uma vez mais, as tácticas de marketing social consideradas mais eficazes foram relacionadas com a monitorização de marcas e comentários negativos a produtos e serviços.

Tradução e adaptação de Emarketer.com

nota pessoal: efectivamente, ainda muito há a fazer no que diz respeito à canalização correcta de esforços de marketing social, cruzados com as taxas de eficácia. A maior parte das empresas portuguesas não faz ideia de como tirar partido da criação de um aplicativo Facebook, nem o consideram importante como instrumento vital de angariação de fãs. Parece ser uma crua realidade que a grande e comum táctica das pequenas e médias empresas é criar círculos de amigos sem grande distinção de perfis e interesses, para depois veicular informação e angariar visitas. Além da criação de páginas e grupos para a divulgação de mensagens em “massa”, pouco mais são os esforços de marketing visíveis no seio das PME’s, analisando o tema de forma superficial.



António de Castro
Social Media Manager

Redes sociais no feminino: o que fazem as mulheres na rede?

In Blogroll on Janeiro 4, 2010 at 10:04 am

De acordo com um estudo efectuado pelo site Shespeaks, a penetração e criação de perfis em redes sociais aumentou de 58% em 2008, para 86% em 2009. Em resposta a questões que procuram tipificar a actividade das mulheres no seu uso social da rede, 80% afirmou que se tinham tornado fãs de um produto ou marca. Adicionalmente, 72% das inquiridas ficou a conhecer um novo produto ou marca através deste segmento particular de actividade na web. Será por isso conciso afirmar que as mulheres se estão a tornar cada vez mais activas nas redes sociais.

No que diz respeito a compras on-line, também é significativo que metade das mulheres que usa este canal, comprou um produto na sequência da exposição tanto a redes sociais como a blogs. Esta tendência já se fazia sentir em 2008 e é agora mais acentuada.

A publicidade on-line é sempre um assunto complexo. A eficácia, cliques, visualizações e outras métricas próprias do tema dão bastante que fazer aos marketeers que vêem constantemente os modelos de análise em mutação e constante evolução, agora a um ritmo infernal. No que diz respeito à utilização e penetração de anúncios nas redes sociais, parece que a reacção das mulheres é positiva. Neste ano, 2009, a atenção e cliques em publicidade inserida em ambientes relacionais – redes sociais – parece ter subido para 9%, comparando com o valor de apenas 2% do ano anterior.

Destaca-se ainda uma conclusão importante: muito poucos utilizadores se mostraram incomodados com a presença de publicidade nestes canais de informação e relacionamento digital. Resumindo e inspirando-me nas palavras de Aliza Freud, fundadora e CEO da SheSpeaks, “as mulheres estão cada vez mais confortáveis com a utilização das redes sociais. Isso representa uma magnífica oportunidade para os marketeers alargarem a sua acção e atingirem mulheres de todas as idades, dando-lhes a conhecer novas oportunidades e escolhas de produto”.

Tradução e adaptação do artigo original “e-marketer.com”



António de Castro
Social Media Manager

Facebook e as empresas: necessidade ou fogo-fátuo?

In Blogroll on Dezembro 30, 2009 at 3:51 pm

  • Quantas vezes já “gostou de algo” sem ler ou ver o conteúdo em profundidade?
  • A quantos grupos pertence sem nunca ter colocado um post?
  • É fã de quantas páginas sem interacção alguma da sua parte?
  • Quantos pedidos de Questionários, Beijos, Abraços e Jogos já recebeu?
  • O nível de participação dos seus fãs, seguidores e fiéis é fraco?

Estas questões levantam algumas tipologias comportamentais interessantes e que deram origem a esta pequena análise que partilho convosco, enquadrada nas actividades de marketing das empresas e da construção de sites sociais.

Recentemente, uma questão interessante foi-me colocada durante o processo de levantamento de necessidades e avaliação de objetivos, na construção de uma comunidade social para uma universidade. O cliente, certo das suas necessidades, levantava a questão: “Para quê construir uma comunidade 2.0 para a minha universidade quando posso ter um grupo no Facebook?”. A ideia subjacente à construção dessa mesma comunidade era a fidelização de alunos, interface com empregadores e ex-alunos, construindo um canal de comunicação eficaz e de fidelização dentro do seu universo de actuação.

A resposta, apesar da reduzida pergunta, levanta algumas questões pertinentes e que devem ser analisadas à luz do comportamento dos utilizadores e das suas prácticas de interacção social dentro no Facebook. Se por um lado o Facebook é um canal de elevada abrangência e penetração mundial, também é notório que deve ser encarado como uma âncora de cliques para gerar visitas off-site (no sentido Facebool – site original). A criação de uma identidade e presença na famosa rede social tem alguns problemas relacionados com a profusão de assuntos e actividades, algumas delas meramente lúdicas, outras até intrusivas e geradoras de spam social ( Quizzs, Social Gaming, Horóscopos, etc). Por isso, não se deve cair na tentação simplista de achar que uma página de fãs ou um grupo fará milagres pela sua actividade digital ou site principal, nem será certamente um substituto, antes um complemento de comunicação.

O elevado grau de participantes e o incontável grau de actividades faz com que o relacionamento seja instantâneo e efémero, uma espécie de simpatia por impulso: “Gostas disto? Eu também”.
A geração de estratégias de fidelização passa pela utilização desses canais como meios de divulgação, mas tendo em conta que a construção da identidade primária seja o site sobre o qual a empresa se desenvolve na web. A simpatia ou popularidade por impulso, mas sem actividade real, é uma constante em páginas e grupos, nos quais se podem ver milhares de utilizadores que aderem ( de forma quase inconsciente e impulsiva ) mas que pouco ou nada participam nessas mesmas micro-comunidades temáticas.

É fácil para qualquer um criar um grupo de assunto ou tema actual, e angariar milhares de seguidores. A mesma coisa já não se poderá dizer sobre a participação desejável desses mesmos clientes, agora transformados em fãs, no processo de construção da marca. Por isso, a resposta à pergunta do meu ilustre cliente é: “Podia ter apenas um grupo no Facebook em vez de uma comunidade social? Podia, mas não era a mesma coisa.”

Em suma: não conte apenas com o Facebook para as estratégias de marketing da sua empresa. Encare-o apenas como um excelente e complementar canal de comunicação social. Caso contrário, a sua marca poderá muito bem passar desapercebida no meio de tanta actividade.



António de Castro
Social Media Manager
www.goweb.pt

2010: continue a usar newsletters para se relacionar com os seus clientes!

In Blogroll on Dezembro 29, 2009 at 11:56 am

As tendências de mercado apontam que o envio de newsletters ainda continua a ser uma forma eficaz de relacionamento da sua empresa com os seus clientes. Aposte na construção de uma relação duradoura através do e-mail.

Dentro da euforia e das alterações constantes existentes nos modelos de comunicação e promoção de bens, serviços e negócios, há verdades que são temporárias e suposições que ninguém pode ainda prever com rigor. A mudança dramática e constante das tecnologias e plataformas de transmissão de informação, traz cada vez mais oportunidades mas dispersa também o foco dos negócios e das suas estratégias de comunicação. Apesar de muitas incertezas, há algumas previsões certas e sustentadas em estudos credíveis, que apontam o caminho que a sua empresa deve seguir.

Uma das tendências para 2010 é a continuidade da utilização das campanhas de newsletters por e-mail como forma de comunicação com os clientes. Esta ainda é uma forma bastante apreciada de manter a fidelidade dos clientes e gerar contactos e negócios. Uma das razões para o sucesso desta forma de relacionamento entre empresas e clientes é a sua capacidade de atingir nichos de audiência com interesses particulares e alinhados com a visão e ofertas da empresa. E por essa razão, um subscritor de newsletters é considerado por muitos anunciantes como um contacto mais valioso do que um imprevisível visitante de site, sobre o qual pouco se sabe. Recomenda-se por isso o uso das campanhas de e-mail (newsletter em formato html) como forma de relacionamento contínuo com os seus clientes.

nota: adaptado do estudo e tendências para 2010, elaborado pela Globalgold



António de Castro
Social Media Manager
www.goweb.pt