António de Castro

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Imagens de Marca – Em Destaque

In comunicação, meios e publicidade, publicidade on Abril 26, 2010 at 8:31 am

A revista Meios e Publicidade entregou ontem os Prémios de Design, no espaço Lollipop, em Lisboa, na semana em que o Imagens de Marca dedica a sua edição ao Design. A primeira edição da iniciativa contou com 385 peças inscritas, de um total de 96 empresas, das quais 113 chegaram à final.

O Grande Prémio ficou nas mãos da Ivity, com o projecto “Vinho 8”, que levou ainda para casa os prémios Impressão e Packaging.
Em declarações ao Imagens de Marca Carlos Coelho, Presidente da Ivity, sublinhou a importância destes prémios no sentido de se “dar visibilidade” aos trabalhos que são feitos e para “estimular o mercado a produzir peças de qualidade”.
Quanto ao trabalho premiado, Carlos Coelho lembra que foi feito por uma equipa pequena, com cinco pessoas, mas “com muito amor”. “É um trabalho notável, onde empenhámos meses na produção de um conceito de vinho”.

Fonte: Imagens de Marca

Imagens de Marca – Em Destaque.

Dos “mass media” para o “self media”

In comunicação, facebook, Marketing, redes sociais on Abril 19, 2010 at 5:08 pm

|| A génese da sociedade é gregária, em rede.

Apenas agora se fala de forma tão acentuada de redes sociais, mas a verdade é que p ser humano,
ao longo da sua história, sempre se desenvolveu em rede. Gregário por natureza, sempre esteve unido
em comunidades, grupos, crenças, clubes, associações, aldeias, cidades, amigos, coleccionadores, movimentos e agrupamentos genéricos de formas diversas.
A comunicação, a publicidade e o Marketing ao serviço das empresas sempre tentou identificar
as características homogéneas dos subgrupos sociais para melhor passar a mensagem, tentando influenciar o comportamento de aquisição dos indivíduos, falando simultaneamente para milhares
de pessoas, tipificadas num universo maior, racionalizando e optimizando esforço e recursos.

|| A homegeneidade dos “mass media”

A comunicação de outrora, inserida no advento dos canais de massas, potenciada pela caixa mágica
que mudou o mundo, via nesse quadrado hipnótico e fantástico a possibilidade de falar a uma voz instantânea para os milhões que assistiam aos seus programas preferidos e que eram apenas “interrompidos” para consentir a sua atenção para a publicidade inserida.
O rádio e os jornais complementarmente usados, veiculavam mensagens personalizada para os grupos, para o “target” a ser afectado. Mas a comunicação para massas, por características endógenas do meio, esquece facilmente o indivíduo e as suas particularidades, bem como a estimulante capacidade
de interacção bidireccional com a mensagem. Falava-se maioritariamente apenas num sentido:
do anunciante para o consumidor, sem capacidade efectiva de medir o retorno e eficácia da mensagem, o feedback do consumidor ao estímulo produzido. Assim era em quase todos os esforços de comunicação utilizado estes canais de sentido único até há bem pouco tempo.

|| Afunilamento personalizado da mensagem

O Marketing sempre tentou combater a generalidade para perceber a individualidade específica de cada consumidor, isolando as massas em sub-grupos de características mais precisas, adaptando a mensagem genérica aos mesmos: criando mais valias efectivas e sentimento de pertença mais preciso, fortalece-se na persuasão da mensagem de comunicação, “vendendo” os benefícios e atributos de produtos e serviços de forma mais empática, mais distante da massa e mais próxima do “eu”, como se de um produto único falássemos. O sonho de qualquer marketeer é falar cara-a-cara para o indivíduo, como se de uma conversa amigável se tratasse, conhecendo anteriormente os seus gostos particulares, actividades de consumo
e hábitos sociais, para assim poder decidir que eixo de comunicação usar, a que horas, em que canal
e usando o tipo de discurso que mais resultados produz.

|| Marcas que falam

A conversação social, uma revolução tão importante quanto o advento dos “mass media”, permite uma real translação do eixo de comunicação e uma transformação radical na forma de transmissão da mensagem pelo lado do anunciante, e uma absorção diferenciada, mais rica e participativa pelo lado do consumidor. A participação das marcas nas redes sociais, em franca expansão e explorada eficazmente apenas por algumas grandes marcas de consumo com visão profunda sobre as disciplinas de Marketing e promoção de bens e serviços, é uma dramática e positiva alteração na promessa “bem-benefício”.

white paper - "dos mass media ao self media"

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