António de Castro

Posts Tagged ‘Marketing’

Mudamos de Casa

In Blogroll on Maio 4, 2010 at 5:02 pm

Aviso à navegação 🙂

O webilidade, que tanto gostou de estar por cá, agora tem nova casa, mais confortável para todos vocês que me seguem tão gentilmente:

www.webilidade.com

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5 dicas para energizar a sua empresa

In dicas web, tutoriais on Fevereiro 19, 2010 at 2:56 pm

1 – Segmente
É vital segmentar e categorizar os seus contactos

Cada cliente tem uma dimensão psicológica e necessidades comerciais bastante diferentes, seja qual for a área a que esteja ligado. Um cliente efectivo pode ter apetência para um tipo de produtos e serviços adicionais e um potencial cliente para outros de natureza diferente. Se a sua segmentação não for devidamente efectuada, poderá correr o risco de enviar informação inútil para a maior parte deles, ou para todos, transformando a sua política de comunicação em algo ineficaz e dispendioso.

Divida a sua carteira comercial em critérios pertinentes de catalogação: actividade da empresa, permeabilidade à tecnologia, grau de satisfação, número de visitas efectuadas, soluções aprovadas e recusadas, perfil psicológico, etc. O historial do seu cliente dar-lhe-á informações inteligentes para comunicar e decidir o que comunicar no momento de promoção de um produto ou serviço.

Ideias

• Utilize software de gestão de contactos e “prospects” comerciais

• Promova e actualize a sua “newsletter empresarial”

• Organize a sua base de dados por critérios bem definidos

• Mantenha os contactos potenciais como clientes para futuro

• Construa e caracterize dimensões psicológicas para os seus clientes

• Meça a taxa de cliques das suas “newsletters” com Google Analytics

• Pense em comunicação segmentada e adequada a cada canal: web, mailings, brochuras, etc…

2 – Relacione-se!
A angariação de novos clientes é dispendiosa. Não esqueça os que já são seus seguidores

É frequente – de certa forma triste mas realidade – que as empresas existam fechadas sobre si mesmo, numa compasso de espera adormecido, sem ligação sistémica com o meio ambiente empresarial ou comercial, na óptica do relacionamento com os potenciais clientes da empresa e, mais grave ainda, sem uma lógica de manutenção negocial e comercial do capital de vendas adquirido.

Para uma grande parte das pequenas e médias empresas portuguesas, o esforço regular concentra-se na angariação sistemática e regular de novos clientes, desprezando o potencial valor dos clientes que já o são e que já mantém uma relação com a empresa: seja ela positiva ou negativa, existe a necessidade da veiculação de comunicação eficaz com quem nos avalizou como fornecedores de confiança. Caso existam problemas na sua relação com os clientes, ponha em prática um plano de recuperação de confiança para recuperar a sua credibilidade. Em todos os problemas há uma solução!

Ideias

• Mantenha um blog empresarial

• Aposte em medias sociais para mostrar ao mundo o que faz

• Visite regularmente os clientes activos e os potenciais

• Faça acções de charme e contactos regulares (sem intuito deliberado de venda)

• Dê os parabéns aos seus clientes pelas suas vitórias

• Faça telefonemas e acções de avaliação de satisfação

• Convide clientes para dar ideias sobre o seu trabalho: as necessidades estão do lado dele

3 – Partilhe!
Envolva a sua equipa na construção de uma personalidade empresarial

A informação é poder: adicionalmente, significa potencial actividade visível para o exterior. Dentro de qualquer empresa, a actividade orgânica é óbvia para os seus funcionários, colaboradores e gestores. Mas a sua empresa não é um entidade orgânica isolada do resto do mundo. Do exterior, torna-se fácil ficar invisível dado que não existe acesso ao que faz a menos que implemente formas de comunicação periódicas, regulares e de interesse para o universo que necessita dos seus produtos ou serviços.

Encare a partilha de informação como a construção sistematizada de um perfil ou personalidade de empresa, uma personalidade que se relaciona com o mundo exterior de forma empática e positiva. A sua empresa isolada é uma fonte de custos, relacionada é uma fonte de potenciais proveitos.

Ideias

• Utilize as redes sociais e os blogs para espalhar informação positiva sobre a sua actividade

• Faça dos seus “leads” de negócio um canal sólido para transmissão de informação

• Pense na sua empresa como um fornecedor de matérias, produtos, serviços e informação (também)

• Integre a sua empresa no mercado e não espere que ele lhe bate à porta

4 – Escute!
As ideias são o motor do mundo. E não custam nada se as quiser ouvir

Para quem gere uma empresa, a tentação de estabelecer linhas de orientação embutidas no modelo de negócio mas ausentes de incorporação com o mercado é uma constante. O foco imediato e macro nas actividades diárias impede que os organismos empresariais de menor dimensão tenham um visão da “big picture”. Ouça mais o mercado, os colaboradores e a imagem que o exterior tem de si. Faça uma autoscopia empresarial com base em inputs externos: serão mais racionais, mais sinceros e analíticos na visão empresarial do sua mecânica e eficácia como fornecedor.

Ideias

• Construa inquéritos de satisfação internos e externos

• Seja honesto nos pedidos de avaliação a fornecedores e clientes

• Analise o que dizem de si na web

• Implemente um sistema de alertas “Google” sobre a sua empresa e actividade relacionada

5 – Incentive!
Somos o que incentivamos, recebemos na medida do que damos!

Os seus colaboradores estão constantemente a resolver problemas e a apresentar soluções inovadoras: faz parte do workflow de processos e responsabilidades de cada um, todos os dias. Contudo, a maior parte desses processos esgotam-se na resolução da tarefa e não são absorvidos como metodologia e parte integrante da fluidez mecânica empresarial. Utilize ferramentas internas de optimização de conhecimento, incentive a partilha de recursos e soluções e ainda poderá identificar no processo os seus funcionários e colaboradores mais talentosos e valiosos.

Ideias

• Utilize Wikis, blogs internos, ferramentas colaborativas de gestão

• Faça autoscopias regulares aos departamentos

• Pense fora do quadrado, partilhe, discuta e obtenha retorno

• Promova reuniões de partilha de ideias (brainstormings departamentais e globais)

• Institua políticas de prémios e recompensas simbólicas a colaboradores de excelência

• Recompense quem faz acontecer! Fará com que mais ainda seja feito.

Em suma:

Acima de tudo, sinta que na realidade a sua empresa é que quiser fazer dela. É um organismo composto de pessoas, cérebros, colaboradores, ideias, vontades e ambições. Coloque todos a remar em torno dum objectivo e verá que a engrenagem roda melhor e com mais energia. Delegue e faça acontecer!

António de Castro
Publicado em mktportugal.com


Social Marketing: o que mais funciona!

In Blogroll on Janeiro 5, 2010 at 4:41 pm

Apesar da maior parte das empresas já ter noção da importância da sua presença no Facebook, existe ainda uma dúvida transversal acerca de como se relacionar de forma eficaz com os fãs, clientes, amigos ou seguidores, “nuances” da mesma moeda e capital social das redes. As tácticas de marketing mais frequentemente usadas pelas empresas não são necessariamente as mais eficazes. Dos dados disponíveis interessa reter que os métodos de comunicação mais usuais são a “actualização de estado” para canalização de visitas, seguido da construção de “amizades” com clientes recentes. Se analisarmos as empresas mais direccionadas ao consumidor, a táctica mais eficaz de relacionamento digital foi a criação de aplicações Facebook, princípio e prática apenas seguida por um quarto das empresas analisadas. Por outro lado, tanto as empresas B2B e B2C afirmaram que as sondagens são uma forma eficaz de relacionamento e envolvimento com os fãs.

No Twitter, e apesar das diferenças, a utilização deste canal de microblogging foi privilegiada para a angariação e aumento das visitas a sites, seguido de ligações a microsites promocionais. Uma vez mais, as tácticas de marketing social consideradas mais eficazes foram relacionadas com a monitorização de marcas e comentários negativos a produtos e serviços.

Tradução e adaptação de Emarketer.com

nota pessoal: efectivamente, ainda muito há a fazer no que diz respeito à canalização correcta de esforços de marketing social, cruzados com as taxas de eficácia. A maior parte das empresas portuguesas não faz ideia de como tirar partido da criação de um aplicativo Facebook, nem o consideram importante como instrumento vital de angariação de fãs. Parece ser uma crua realidade que a grande e comum táctica das pequenas e médias empresas é criar círculos de amigos sem grande distinção de perfis e interesses, para depois veicular informação e angariar visitas. Além da criação de páginas e grupos para a divulgação de mensagens em “massa”, pouco mais são os esforços de marketing visíveis no seio das PME’s, analisando o tema de forma superficial.



António de Castro
Social Media Manager

Facebook e as empresas: necessidade ou fogo-fátuo?

In Blogroll on Dezembro 30, 2009 at 3:51 pm

  • Quantas vezes já “gostou de algo” sem ler ou ver o conteúdo em profundidade?
  • A quantos grupos pertence sem nunca ter colocado um post?
  • É fã de quantas páginas sem interacção alguma da sua parte?
  • Quantos pedidos de Questionários, Beijos, Abraços e Jogos já recebeu?
  • O nível de participação dos seus fãs, seguidores e fiéis é fraco?

Estas questões levantam algumas tipologias comportamentais interessantes e que deram origem a esta pequena análise que partilho convosco, enquadrada nas actividades de marketing das empresas e da construção de sites sociais.

Recentemente, uma questão interessante foi-me colocada durante o processo de levantamento de necessidades e avaliação de objetivos, na construção de uma comunidade social para uma universidade. O cliente, certo das suas necessidades, levantava a questão: “Para quê construir uma comunidade 2.0 para a minha universidade quando posso ter um grupo no Facebook?”. A ideia subjacente à construção dessa mesma comunidade era a fidelização de alunos, interface com empregadores e ex-alunos, construindo um canal de comunicação eficaz e de fidelização dentro do seu universo de actuação.

A resposta, apesar da reduzida pergunta, levanta algumas questões pertinentes e que devem ser analisadas à luz do comportamento dos utilizadores e das suas prácticas de interacção social dentro no Facebook. Se por um lado o Facebook é um canal de elevada abrangência e penetração mundial, também é notório que deve ser encarado como uma âncora de cliques para gerar visitas off-site (no sentido Facebool – site original). A criação de uma identidade e presença na famosa rede social tem alguns problemas relacionados com a profusão de assuntos e actividades, algumas delas meramente lúdicas, outras até intrusivas e geradoras de spam social ( Quizzs, Social Gaming, Horóscopos, etc). Por isso, não se deve cair na tentação simplista de achar que uma página de fãs ou um grupo fará milagres pela sua actividade digital ou site principal, nem será certamente um substituto, antes um complemento de comunicação.

O elevado grau de participantes e o incontável grau de actividades faz com que o relacionamento seja instantâneo e efémero, uma espécie de simpatia por impulso: “Gostas disto? Eu também”.
A geração de estratégias de fidelização passa pela utilização desses canais como meios de divulgação, mas tendo em conta que a construção da identidade primária seja o site sobre o qual a empresa se desenvolve na web. A simpatia ou popularidade por impulso, mas sem actividade real, é uma constante em páginas e grupos, nos quais se podem ver milhares de utilizadores que aderem ( de forma quase inconsciente e impulsiva ) mas que pouco ou nada participam nessas mesmas micro-comunidades temáticas.

É fácil para qualquer um criar um grupo de assunto ou tema actual, e angariar milhares de seguidores. A mesma coisa já não se poderá dizer sobre a participação desejável desses mesmos clientes, agora transformados em fãs, no processo de construção da marca. Por isso, a resposta à pergunta do meu ilustre cliente é: “Podia ter apenas um grupo no Facebook em vez de uma comunidade social? Podia, mas não era a mesma coisa.”

Em suma: não conte apenas com o Facebook para as estratégias de marketing da sua empresa. Encare-o apenas como um excelente e complementar canal de comunicação social. Caso contrário, a sua marca poderá muito bem passar desapercebida no meio de tanta actividade.



António de Castro
Social Media Manager
www.goweb.pt

2010: continue a usar newsletters para se relacionar com os seus clientes!

In Blogroll on Dezembro 29, 2009 at 11:56 am

As tendências de mercado apontam que o envio de newsletters ainda continua a ser uma forma eficaz de relacionamento da sua empresa com os seus clientes. Aposte na construção de uma relação duradoura através do e-mail.

Dentro da euforia e das alterações constantes existentes nos modelos de comunicação e promoção de bens, serviços e negócios, há verdades que são temporárias e suposições que ninguém pode ainda prever com rigor. A mudança dramática e constante das tecnologias e plataformas de transmissão de informação, traz cada vez mais oportunidades mas dispersa também o foco dos negócios e das suas estratégias de comunicação. Apesar de muitas incertezas, há algumas previsões certas e sustentadas em estudos credíveis, que apontam o caminho que a sua empresa deve seguir.

Uma das tendências para 2010 é a continuidade da utilização das campanhas de newsletters por e-mail como forma de comunicação com os clientes. Esta ainda é uma forma bastante apreciada de manter a fidelidade dos clientes e gerar contactos e negócios. Uma das razões para o sucesso desta forma de relacionamento entre empresas e clientes é a sua capacidade de atingir nichos de audiência com interesses particulares e alinhados com a visão e ofertas da empresa. E por essa razão, um subscritor de newsletters é considerado por muitos anunciantes como um contacto mais valioso do que um imprevisível visitante de site, sobre o qual pouco se sabe. Recomenda-se por isso o uso das campanhas de e-mail (newsletter em formato html) como forma de relacionamento contínuo com os seus clientes.

nota: adaptado do estudo e tendências para 2010, elaborado pela Globalgold



António de Castro
Social Media Manager
www.goweb.pt

Social Marketing: uso e estratégias

In Blogroll on Dezembro 22, 2009 at 2:55 pm

redes sociais

a importância das redes sociais na estratégia de marketing

O marketing está a sofrer grandes alterações e a sua relação com as redes sociais é cada vez mais bilateral e estratégica. Faça com que a sua empresa acompanhe as novas tendências de marketing digital, “social media”, redes sociais e comunidades de relacionamento digital para aumentar a sua eficácia empresarial.

À medida que a sociedade evolui, os padrões de consumo se modificam e a tendência dos consumidores se aproxima mais da participação e não do consumo passivo, também o marketing evolui na sua forma de agir e pensar. No que diz respeito à utilização do marketing social e das redes, uma parte já significativa dos “marketeers” passou da fase experimental para a estratégica, usando esse canal como ferramenta imprescindível no seu mix de comunicação. Ainda que a massa dos profissionais de comunicação e marketing andem algures pelo meio, numa fase de testes, já existem algumas tendências facilmente identificadas como objectivos de retorno. Num estudo efectuado nos Estados Unidos, no seio dos profissionais de marketing social, estes são os padrões mais referidos como objectivo da utilização de “social marketing”:

1 – aumentar visitas e tráfego para um website
2 – aumentar a geração de contactos
3 – aumentar as vendas de produtos e serviços
4 – aumentar a eficácia nos motores de busca0( SEO )
5 – Aumentar a reputação da marca ou de produto
6 – Aumentar a notoriedade da marca ou de produto
7 – Reduzir o custo de aquisição de um produto
8 – Melhorar a política de Relações Públicas
9 – Melhorar a política de Apoio ao Cliente
10 – Reduzir custos na implementação de Sistemas de apoio ao cliente

Segundo este estudo efectuado pela Marketing Sherpa, verifica-se ainda que a maior tendência para o aumento da utilização das redes sociais como canal estratégico de comunicação e marketing, é o sector da revenda e comércio electrónico, seguidos pelo nicho dos media e imprensa. Curiosamente, um dos veículos de destino para as verbas do investimento vai para actividades os próprios colaboradores das empresas que são agora incentivados para a comunicação através de blogs, desenvolvimento de conteúdo e monitorização de redes sociais.






António de Castro
Social Media Manager
www.goweb.pt

O marketing em 2010: previsões e tendências

In Blogroll on Dezembro 15, 2009 at 6:17 pm

A mudança de paradigma da sua actividade de marketing já começou. Está preparado para comunicar a baixo custo e de forma eficaz com os seus utilizadores? Prepare a sua marca para a “conversa social”, na qual os consumidores são amigos da sua marca.

Agora que o ano acaba, é altura de verificar as tendências de investimentos em marketing, para 2010, para que a sua empresa se oriente no investimento que deve fazer. De acordo com os estudos internacionais efectuados, o investimento em media e canais tradicionais vai continuar a abrandar, e as empresas vão continuar a canalização dos fundos para marketing através da publicidade em plataformas digitais e sociais. A televisão, rádio, jornais e revistas já viram este ano uma nova e repetida tendência de diminuição do investimento: o cenário mantém-se em 2010.

Mesmo depois da crise ser ultrapassada e da “normalização” do cenário económico internacional, prevê-se que a tendência do investimento em canais de comunicação tradicionais nunca mais seja o mesmo. Porquê?
Antes do aparecimento dos novos media de investimento em canais digitais, havia uma grande parte do investimento económico que era incerto, difícil de medir e com retorno duvidoso. Ou seja, o que os marketeers faziam era explorar ao máximo o budget publicitário para tentar atingir a maior audiência possível, ainda que muito do dinheiro gasto não resultasse em nada.

Agora, existe uma nova mentalidade de “ratios” e eficácia do dinheiro investido: maior investimento em canais low-cost e mais eficazes na sua relação one-2-one. Se era frequente e aceite pela generalidade das empresas a promoção em directórios e canais de marketing dispendiosos, as tecnologias recentes permitem às empresas desenvolverem esforços de comunicação e campanhas bem desenhadas, tendo como veículo o seu site e os seus próprios recursos: e-mail marketing; vídeos promocionais, lojas com promoções, tudo gerido pela empresa e preços competitivos.

A par desta realidade já instalada, a canalização de fundos para marketing foge também dos canais pagos para se desviar para as redes sociais e comunidades em que o consumidor gera o conteúdo. Os marketeers estão genuinamente interessados na criação de um relacionamento digital envolvente, mais do que na inundação de canais com banners alusivos aos produtos que querem ver anunciados. E neste caso, as redes sociais são um canal de elevado grau de fidelização e eficácia: por um lado, são low-cost; por outro, criam conversações reais com os consumidores.

DICAS

1 – Não descure a importância das redes sociais para ouvir os consumidores
2 – Faça e mantenha o seu perfil das redes sociais tão actualizado como a sua actividade
3 – Transforme as opiniões dos seus consumidores em tendências de desenvolvimento e políticas de satisfação
4 – Considere seriamente a criação de campanhas de publicidade on-line com gastos bem medidos e objectivos concretos.
5 – Crie campanhas que sejam tão interessantes que os seus clientes vão tomar a liberdade de as partilhar
6 – Se o seu site ainda não tem qualquer forma de interactividade, promoção de produtos ou ligação com as redes sociais, está à espera de quê para mudar?

António de Castro
Social Media Manager
http://www.goweb.pt

Marketing Multicanal: estratégias combinadas para aumento de eficácia!

In Blogroll on Dezembro 10, 2009 at 5:55 pm

Desenhar uma estratégia de comunicação integrada é fundamental para o seu negócio.

A profusão da informação e a massiva oferta de bens e serviços obriga a sua empresa, caso pretenda ter sucesso, a delinear uma estratégia eficaz de comunicação integrada, usando os recursos adequados para atingir os seus clientes, potenciais ou actuais. Para isso, não basta apostar em apenas um meio e um canal: é preciso combinar e usar campanhas multi-canal: “mailings” directos, e-mails ou “newsletters”, promoção social nas redes e canais web e sms, entre outras acções possíveis, apenas limitadas pela sua imaginação e “budget”.

Deixo-lhe algumas dicas que pode aplicar ao seu negócio, para optimizar as suas vendas e promover de forma eficaz os seus produtos ou serviços, baseadas num estudo internacional de uma agência de estudos e soluções de marketing:

1 » Peça testemunhos aos seus clientes. Eles são os seus melhores Relações Públicas!
A descrição de um produto e os seus benefícios é mais eficaz quando existe uma figura real a testemunhar por ele. Se for um cliente seu, ainda melhor, pois aumenta a credibilidade. Se a sua empresa acredita nos produtos que vende e na sua qualidade de serviço, peça testemunhos sobre a sua actividade e serviços prestados. Não há nada melhor do que escutar os seus clientes para resolver problemas, implementar melhorias e dar a conhecer ao mundo aquilo que faz de melhor.

2 » Encoraje a participação social e desenvolva uma identidade positiva na rede
A utilização dos media tradicionais já não é suficiente. A transformação dos consumidores e a sua massiva presença nas redes sociais, obriga a sua empresa a estar a agir, nesses canais. Se ainda não usa o Twitter e o Facebook para promover de forma eficaz a sua organização, está a perder o comboio das boas prácticas de comunicação.
Aposte em promoções em grupos do Facebook, passatempos interactivos, links promocionais via Twitter e aumente a sua notoriedade digital.

3 » Utilize as ferramentas “web analytics”
Se vai criar uma newsletter para os seus clientes, porque não estudar posteriormente a taxa de sucesso de cliques, e comportamento dos seus clientes dentro do seu website? É relativamente simples conhecer os hábitos de navegação e estudar os pontos de abandono no seu site. Integrando, analisando e agindo sobre os potenciais clientes, será mais fácil canalizar e concretizar as vendas para a sua empresa, optimizando o comportamento dos consumidores do seu universo web.

4 » Personalize a hora e a data de envio dos seus e-mails
Se analisar continuamente o comportamento dos seus clientes, chegará a conclusões interessantes: enviar um e-mail às 10.00h da manhã não é o mesmo que enviar às 22.00h, nem o mesmo que enviar um e-mail ao domingo ou durante uma segunda-feira. Estude o sucesso do envio e faça disso uma missão de eficácia nas horas e dias certos.

5 » Complemente a sua comunicação com campanhas de SMS
Alguns tipos de promoções e campanhas de comunicação, pela sua especificidade, são muito eficazes e adequadas ao carácter imediato de resposta que as SMS providenciam. Aposte na acção – reacção através de micro-campanhas de comunicação com validade temporal limitada. Criará assim um benefício que encoraja a acção imediata do receptor da mensagem.

6 » Segmente a sua base de dados com perfis diferenciados
Não descure a importância do relacionamento dos seus clientes com a sua empresa, nem a importância da construção de perfis para envio de comunicação eficaz e personalizada. Ao distinguir os seus clientes, encaixando-os numa categoria adequada ao que pretende comunicar e atingir, será possível aumentar a eficácia das suas acções de comunicação. A comunicação usada para vender é diferente da que deve ser usada para promover ou fidelizar. Será certamente diferente da que deverá ser usada para gerar novos negócios. Por isso, segmente e comunique eficazmente de acordo com o seu objectivo: vender, fidelizar, gerar notoriedade, etc…

nota: estes princípios de comunicação são baseados em boas práticas e estudos internacionais efectuados por algumas das melhores agências de marketing, nomeadamente e neste caso, a Silverpop.com.

António de Castro
Social Media Manager
www.fcplink.com
www.goweb.pt

publicado in www.goweb.pt

Twitter: social search engine

In Blogroll on Março 6, 2009 at 1:26 pm

twittersearch

O Twitter, de que ninguém se cansa de falar, tem uma funcionalidade que passa despercebida a uma grande fatia dos seus utilizadores (Twitter Search), mas que é provavelmente um dos seus grandes trunfos no que diz respeito à sua futura valorização como ferramenta de auscultação social de importância fundamental para o marketing empresarial, cada vez mais atento e integrado com o universo digital.

Os utilizadores to Twitter interagem com serviços e marcas de forma integrada com o “loudspeaker” que é a ferramenta de micro-blogging em tempo real. Alguns deles, exprimem o seu agrado ou desagrado em relação a serviços e produtos, constituindo desta forma uma gigantesca base de dados qualitativa, que dá às marcas um feedback global constante no que toca ao produto que querem vender.

Se pensarmos no Twitter como um social search engine no qual poderemos introduzir uma marca ou um serviço de uma determinada companhia, e verificar os Twitts que estão a ser “postados”, dá para perceber facilmente a importância do serviço e o seu valor negocial para legitimar este serviço de micro-blogging como uma ferramenta de comunicação digital quase sem concorrência.