António de Castro

Posts Tagged ‘novos media’

Hábitos nas redes sociais

In redes sociais on Fevereiro 3, 2010 at 12:10 pm

Os internautas de todo o mundo passaram mais de cinco horas e meia em redes sociais em Dezembro do ano passado, de acordo com pesquisa mundial da Nielsen Wire, divisão da consultoria para análises do mercado on-line. Segundo o levantamento, o número representa aumento de 82% em relação ao tempo que os usuários da web gastaram no mesmo mês do ano anterior.

A Nielsen constatou que, de dezembro de 2008 a dezembro do ano passado, a audiência das redes sociais, de forma geral, aumentou 27%, saltando de 242 milhões de usuários únicos para 307,4 milhões. O Facebook foi o site mais visitado, com 67% de toda a audiência dos sites de relacionamento, que passaram seis horas, em média, no site.

No ranking de audiência das redes sociais por país, o Brasil já ocupa o terceiro lugar, com 31,3 milhões de usuários registrados em Dezembro. O primeiro lugar ficou com os Estados Unidos, que teve 142 milhões de visitantes de redes sociais, seguido pelo Japão, com 46,5 milhões.

Web Expo Forum

O tema de redes sociais será uma dos destaques do Web Expo Forum, que acontece em São Paulo, de 17 a 19 de março.

http://www.webexpoforum.com.br/2010

Fonte: http://www.tiinside.com.br

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Social Media Revolution – o maior evento global desde a revolução industrial?

In Blogroll on Janeiro 8, 2010 at 3:53 pm

O Admirável Mundo Novo, escrito em 1932 por Aldous Huxley,  é uma fantástica obra de literatura e das que mais me marcou na minha visão futurista sobre o que o mundo poderia vir a ser. Esta leitura, absorvida na minha adolescência, a par com o livro Big Brother, semeou em mim possibilidades fantásticas e links para realidades mentais dum futuro possível, mas nunca me poderia ter preparado para os fenómenos actuais dos media e da partilha de informação a um ritmo alucinante, em que cada pessoa é um editor de informação, jornalista social, influenciador de opiniões e relações públicas de conteúdo que lhe interessa e agrada. A revolução social e os novos media, principalmente através dos canais de comunicação e do que eles possibilitam, está a transformar a forma como vemos o mundo, interagimos com ele, com os amigos, com a sociedade e com as marcas e produtos de forma geral. Está a aproximar pessoas, a derrubar continentes e fronteiras, espalhando-se a uma velocidade impensável há 10 anos atrás.

Aproveito este pensamento para partilhar convosco este magnífico vídeo que espelha as dramáticas mudanças e os fabulosos números duma realidade quase “ficcionável”.


António de Castro
Social Media Manager

Sabias 4.0? A mudança da web 2.0 e além…

In Blogroll on Setembro 22, 2009 at 2:50 pm

Todos os paradigmas de informação que conhecíamos e sobre os quais aprendemos a conceber o mundo, a comunicação e as formas de veicular mensagens estão drasticamente obsoletas. Enquanto este post foi escrito, algo mudou em mim, em si, no mundo e na forma como daqui a um ano se vai percepcionar a informação. Algures, num escritório, numa “startup” ou no seio de um conjunto de estudantes, um novo conceito viral, um novo futuro “media” está a despontar. Esta é a nova realidade mundial, pessoal e que poucas empresas ( felizmente casos como a Procter & Gamble não sofrem de cegueira ) tomaram como realidade absoluta no seu panorama económico, estratégico e nas suas estratégias de marketing.

Este vídeo, fruto também nas novas tendências visuais, ajuda a perceber as recentes mudanças nos paradigmas da comunicação escrita, impressa, digital e algumas novas atitudes para se encarar o futuro.

Media tradicionais vs Citizen Journalism

In Blogroll on Abril 27, 2007 at 8:43 am

digital.jpgOs media tradicionais têm em cada um dos seus leitores um potencial repórter. Vendem apenas conteúdos quando a cidadania digital se exerce cada vez mais agindo sobre a informação, produzindo-a e gerando conteúdos que circulam nos telemóveis, pen drives, laptops, comunidades e fóruns. O conceito centralizado de media acabou. Resta tomar consciência disso mesmo.

Os media tradicionais têm sofrido o brutal impacto da Internet e de pequenas revoluções tecnológicas possibilitadas pelo crescente número de aplicações on-line e grátis, que permitem e fomentam o associativismo, a facilidade de produção e publicação da informação. Os jornais – ou a grande maioria dos lusos órgãos -, ainda presos ao tradicional modelo de produção, edição e publicação de informação impressa, perdem progressivamente audiência e consequente ocupação do espaço publicitário, um dos factores fundamentais de subsistência de um modelo de negócio que necessita de uma urgente actualização estratégica, tecnológica e ideológica.

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