António de Castro

Posts Tagged ‘redes sociais’

Mudamos de Casa

In Blogroll on Maio 4, 2010 at 5:02 pm

Aviso à navegação 🙂

O webilidade, que tanto gostou de estar por cá, agora tem nova casa, mais confortável para todos vocês que me seguem tão gentilmente:

www.webilidade.com

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Câmara de Coimbra corta acesso dos funcionários ao Facebook – Tecnologia – PUBLICO.PT

In empresas on Abril 21, 2010 at 2:21 pm

A Câmara de Coimbra cortou o acesso dos computadores da autarquia à rede social na internet Facebook, justificando que são para trabalhar e “não para satisfazer os interesses ou desejos dos funcionários”, disse ontem o presidente da autarquia.

“Os computadores da Câmara Municipal de Coimbra estão ao serviço público que é exercido pelos funcionários enquanto estão a trabalhar”, disse à agência Lusa Carlos Encarnação.

Carlos Encarnação sustenta que fora da autarquia os funcionários “podem fazer o que quiserem para satisfazer os seus interesses ou desejos”, mas “enquanto estão ao serviço da Câmara, os computadores são para trabalhar”.

O autarca social democrata frisou ainda que “já há uns anos a Câmara suprimiu a ligação aos blogues”.

A decisão de cortar o acesso ao Facebook foi tomada pelo Departamento de Administração Geral e Recursos Humanos da autarquia, disse Carlos Encarnação, remetendo mais pormenores para o vice-presidente, João Barbosa de Melo.

Segundo noticiou ontem a Rádio Renascença, na base da decisão esteve uma funcionária que foi apanhada a jogar Farmville, um popular jogo que incentiva os utilizadores a cuidar de uma quinta.

Câmara de Coimbra corta acesso dos funcionários ao Facebook – Tecnologia – PUBLICO.PT.

Dos “mass media” para o “self media”

In comunicação, facebook, Marketing, redes sociais on Abril 19, 2010 at 5:08 pm

|| A génese da sociedade é gregária, em rede.

Apenas agora se fala de forma tão acentuada de redes sociais, mas a verdade é que p ser humano,
ao longo da sua história, sempre se desenvolveu em rede. Gregário por natureza, sempre esteve unido
em comunidades, grupos, crenças, clubes, associações, aldeias, cidades, amigos, coleccionadores, movimentos e agrupamentos genéricos de formas diversas.
A comunicação, a publicidade e o Marketing ao serviço das empresas sempre tentou identificar
as características homogéneas dos subgrupos sociais para melhor passar a mensagem, tentando influenciar o comportamento de aquisição dos indivíduos, falando simultaneamente para milhares
de pessoas, tipificadas num universo maior, racionalizando e optimizando esforço e recursos.

|| A homegeneidade dos “mass media”

A comunicação de outrora, inserida no advento dos canais de massas, potenciada pela caixa mágica
que mudou o mundo, via nesse quadrado hipnótico e fantástico a possibilidade de falar a uma voz instantânea para os milhões que assistiam aos seus programas preferidos e que eram apenas “interrompidos” para consentir a sua atenção para a publicidade inserida.
O rádio e os jornais complementarmente usados, veiculavam mensagens personalizada para os grupos, para o “target” a ser afectado. Mas a comunicação para massas, por características endógenas do meio, esquece facilmente o indivíduo e as suas particularidades, bem como a estimulante capacidade
de interacção bidireccional com a mensagem. Falava-se maioritariamente apenas num sentido:
do anunciante para o consumidor, sem capacidade efectiva de medir o retorno e eficácia da mensagem, o feedback do consumidor ao estímulo produzido. Assim era em quase todos os esforços de comunicação utilizado estes canais de sentido único até há bem pouco tempo.

|| Afunilamento personalizado da mensagem

O Marketing sempre tentou combater a generalidade para perceber a individualidade específica de cada consumidor, isolando as massas em sub-grupos de características mais precisas, adaptando a mensagem genérica aos mesmos: criando mais valias efectivas e sentimento de pertença mais preciso, fortalece-se na persuasão da mensagem de comunicação, “vendendo” os benefícios e atributos de produtos e serviços de forma mais empática, mais distante da massa e mais próxima do “eu”, como se de um produto único falássemos. O sonho de qualquer marketeer é falar cara-a-cara para o indivíduo, como se de uma conversa amigável se tratasse, conhecendo anteriormente os seus gostos particulares, actividades de consumo
e hábitos sociais, para assim poder decidir que eixo de comunicação usar, a que horas, em que canal
e usando o tipo de discurso que mais resultados produz.

|| Marcas que falam

A conversação social, uma revolução tão importante quanto o advento dos “mass media”, permite uma real translação do eixo de comunicação e uma transformação radical na forma de transmissão da mensagem pelo lado do anunciante, e uma absorção diferenciada, mais rica e participativa pelo lado do consumidor. A participação das marcas nas redes sociais, em franca expansão e explorada eficazmente apenas por algumas grandes marcas de consumo com visão profunda sobre as disciplinas de Marketing e promoção de bens e serviços, é uma dramática e positiva alteração na promessa “bem-benefício”.

white paper - "dos mass media ao self media"

Faça Download do White Paper
e leia o artigo completo

Google Buzz: privacidade “contornada”?

In Blogroll on Fevereiro 12, 2010 at 12:54 pm

google-buzzE se de repente, os seus contactos de webmail Google passassem a ser públicos e visíveis numa rede social? Provavelmente, não acharia muita piada. O Google, após o lançamento do Google Buzz, recebeu algumas queixas graves dos seus utilizadores de Gmail. Preocupados pela transformação de listagens privadas de contactos em membros de uma rede pública, as pessoas mostraram-se surpreendidas pela “utilização” desta funcionalidade, desta forma, por parte do Google.

Explicando o processo Google Buzz
Quando se acede ao Gmail, há um convite para se experimentar a nova funcionalidade Buzz, sem necessidade de configuração adicional. Automaticamente, e sem qualquer tipo de “permissão” voluntária, passa a seguir a sua lista de contactos via Buzz, ficando a informação disponível no perfil público. Para esconder a listagem de seguidores/seguidos, é necessário editar o perfil e clicar numa checkbox para não mostrar a listagem.
Deveria esta informação ser mais acessível durante o processo de configuração? Deveria, mas não era a mesma coisa na lógica de eficácia de propagação da rede, da funcionalidade e do sucesso do próprio Google.O gmail é uma ferramenta bastante utilizada, tanto em termos pessoais como empresariais, pelo que esta leveza na privacidade pessoal e partilha “inconsciente” é preocupante.

Ajustar as definições de Privacidade Google Buzz
1 – Após ter entrado na conta, digite o URL www.google.com/profiles/me
2 – Escolha as definições mais adequadas de privacidade

Utilize, experimente, mas com cautela.


Hábitos nas redes sociais

In redes sociais on Fevereiro 3, 2010 at 12:10 pm

Os internautas de todo o mundo passaram mais de cinco horas e meia em redes sociais em Dezembro do ano passado, de acordo com pesquisa mundial da Nielsen Wire, divisão da consultoria para análises do mercado on-line. Segundo o levantamento, o número representa aumento de 82% em relação ao tempo que os usuários da web gastaram no mesmo mês do ano anterior.

A Nielsen constatou que, de dezembro de 2008 a dezembro do ano passado, a audiência das redes sociais, de forma geral, aumentou 27%, saltando de 242 milhões de usuários únicos para 307,4 milhões. O Facebook foi o site mais visitado, com 67% de toda a audiência dos sites de relacionamento, que passaram seis horas, em média, no site.

No ranking de audiência das redes sociais por país, o Brasil já ocupa o terceiro lugar, com 31,3 milhões de usuários registrados em Dezembro. O primeiro lugar ficou com os Estados Unidos, que teve 142 milhões de visitantes de redes sociais, seguido pelo Japão, com 46,5 milhões.

Web Expo Forum

O tema de redes sociais será uma dos destaques do Web Expo Forum, que acontece em São Paulo, de 17 a 19 de março.

http://www.webexpoforum.com.br/2010

Fonte: http://www.tiinside.com.br

Social Marketing: o que mais funciona!

In Blogroll on Janeiro 5, 2010 at 4:41 pm

Apesar da maior parte das empresas já ter noção da importância da sua presença no Facebook, existe ainda uma dúvida transversal acerca de como se relacionar de forma eficaz com os fãs, clientes, amigos ou seguidores, “nuances” da mesma moeda e capital social das redes. As tácticas de marketing mais frequentemente usadas pelas empresas não são necessariamente as mais eficazes. Dos dados disponíveis interessa reter que os métodos de comunicação mais usuais são a “actualização de estado” para canalização de visitas, seguido da construção de “amizades” com clientes recentes. Se analisarmos as empresas mais direccionadas ao consumidor, a táctica mais eficaz de relacionamento digital foi a criação de aplicações Facebook, princípio e prática apenas seguida por um quarto das empresas analisadas. Por outro lado, tanto as empresas B2B e B2C afirmaram que as sondagens são uma forma eficaz de relacionamento e envolvimento com os fãs.

No Twitter, e apesar das diferenças, a utilização deste canal de microblogging foi privilegiada para a angariação e aumento das visitas a sites, seguido de ligações a microsites promocionais. Uma vez mais, as tácticas de marketing social consideradas mais eficazes foram relacionadas com a monitorização de marcas e comentários negativos a produtos e serviços.

Tradução e adaptação de Emarketer.com

nota pessoal: efectivamente, ainda muito há a fazer no que diz respeito à canalização correcta de esforços de marketing social, cruzados com as taxas de eficácia. A maior parte das empresas portuguesas não faz ideia de como tirar partido da criação de um aplicativo Facebook, nem o consideram importante como instrumento vital de angariação de fãs. Parece ser uma crua realidade que a grande e comum táctica das pequenas e médias empresas é criar círculos de amigos sem grande distinção de perfis e interesses, para depois veicular informação e angariar visitas. Além da criação de páginas e grupos para a divulgação de mensagens em “massa”, pouco mais são os esforços de marketing visíveis no seio das PME’s, analisando o tema de forma superficial.



António de Castro
Social Media Manager

Redes sociais no feminino: o que fazem as mulheres na rede?

In Blogroll on Janeiro 4, 2010 at 10:04 am

De acordo com um estudo efectuado pelo site Shespeaks, a penetração e criação de perfis em redes sociais aumentou de 58% em 2008, para 86% em 2009. Em resposta a questões que procuram tipificar a actividade das mulheres no seu uso social da rede, 80% afirmou que se tinham tornado fãs de um produto ou marca. Adicionalmente, 72% das inquiridas ficou a conhecer um novo produto ou marca através deste segmento particular de actividade na web. Será por isso conciso afirmar que as mulheres se estão a tornar cada vez mais activas nas redes sociais.

No que diz respeito a compras on-line, também é significativo que metade das mulheres que usa este canal, comprou um produto na sequência da exposição tanto a redes sociais como a blogs. Esta tendência já se fazia sentir em 2008 e é agora mais acentuada.

A publicidade on-line é sempre um assunto complexo. A eficácia, cliques, visualizações e outras métricas próprias do tema dão bastante que fazer aos marketeers que vêem constantemente os modelos de análise em mutação e constante evolução, agora a um ritmo infernal. No que diz respeito à utilização e penetração de anúncios nas redes sociais, parece que a reacção das mulheres é positiva. Neste ano, 2009, a atenção e cliques em publicidade inserida em ambientes relacionais – redes sociais – parece ter subido para 9%, comparando com o valor de apenas 2% do ano anterior.

Destaca-se ainda uma conclusão importante: muito poucos utilizadores se mostraram incomodados com a presença de publicidade nestes canais de informação e relacionamento digital. Resumindo e inspirando-me nas palavras de Aliza Freud, fundadora e CEO da SheSpeaks, “as mulheres estão cada vez mais confortáveis com a utilização das redes sociais. Isso representa uma magnífica oportunidade para os marketeers alargarem a sua acção e atingirem mulheres de todas as idades, dando-lhes a conhecer novas oportunidades e escolhas de produto”.

Tradução e adaptação do artigo original “e-marketer.com”



António de Castro
Social Media Manager

Facebook e as empresas: necessidade ou fogo-fátuo?

In Blogroll on Dezembro 30, 2009 at 3:51 pm

  • Quantas vezes já “gostou de algo” sem ler ou ver o conteúdo em profundidade?
  • A quantos grupos pertence sem nunca ter colocado um post?
  • É fã de quantas páginas sem interacção alguma da sua parte?
  • Quantos pedidos de Questionários, Beijos, Abraços e Jogos já recebeu?
  • O nível de participação dos seus fãs, seguidores e fiéis é fraco?

Estas questões levantam algumas tipologias comportamentais interessantes e que deram origem a esta pequena análise que partilho convosco, enquadrada nas actividades de marketing das empresas e da construção de sites sociais.

Recentemente, uma questão interessante foi-me colocada durante o processo de levantamento de necessidades e avaliação de objetivos, na construção de uma comunidade social para uma universidade. O cliente, certo das suas necessidades, levantava a questão: “Para quê construir uma comunidade 2.0 para a minha universidade quando posso ter um grupo no Facebook?”. A ideia subjacente à construção dessa mesma comunidade era a fidelização de alunos, interface com empregadores e ex-alunos, construindo um canal de comunicação eficaz e de fidelização dentro do seu universo de actuação.

A resposta, apesar da reduzida pergunta, levanta algumas questões pertinentes e que devem ser analisadas à luz do comportamento dos utilizadores e das suas prácticas de interacção social dentro no Facebook. Se por um lado o Facebook é um canal de elevada abrangência e penetração mundial, também é notório que deve ser encarado como uma âncora de cliques para gerar visitas off-site (no sentido Facebool – site original). A criação de uma identidade e presença na famosa rede social tem alguns problemas relacionados com a profusão de assuntos e actividades, algumas delas meramente lúdicas, outras até intrusivas e geradoras de spam social ( Quizzs, Social Gaming, Horóscopos, etc). Por isso, não se deve cair na tentação simplista de achar que uma página de fãs ou um grupo fará milagres pela sua actividade digital ou site principal, nem será certamente um substituto, antes um complemento de comunicação.

O elevado grau de participantes e o incontável grau de actividades faz com que o relacionamento seja instantâneo e efémero, uma espécie de simpatia por impulso: “Gostas disto? Eu também”.
A geração de estratégias de fidelização passa pela utilização desses canais como meios de divulgação, mas tendo em conta que a construção da identidade primária seja o site sobre o qual a empresa se desenvolve na web. A simpatia ou popularidade por impulso, mas sem actividade real, é uma constante em páginas e grupos, nos quais se podem ver milhares de utilizadores que aderem ( de forma quase inconsciente e impulsiva ) mas que pouco ou nada participam nessas mesmas micro-comunidades temáticas.

É fácil para qualquer um criar um grupo de assunto ou tema actual, e angariar milhares de seguidores. A mesma coisa já não se poderá dizer sobre a participação desejável desses mesmos clientes, agora transformados em fãs, no processo de construção da marca. Por isso, a resposta à pergunta do meu ilustre cliente é: “Podia ter apenas um grupo no Facebook em vez de uma comunidade social? Podia, mas não era a mesma coisa.”

Em suma: não conte apenas com o Facebook para as estratégias de marketing da sua empresa. Encare-o apenas como um excelente e complementar canal de comunicação social. Caso contrário, a sua marca poderá muito bem passar desapercebida no meio de tanta actividade.



António de Castro
Social Media Manager
www.goweb.pt

Social Marketing: uso e estratégias

In Blogroll on Dezembro 22, 2009 at 2:55 pm

redes sociais

a importância das redes sociais na estratégia de marketing

O marketing está a sofrer grandes alterações e a sua relação com as redes sociais é cada vez mais bilateral e estratégica. Faça com que a sua empresa acompanhe as novas tendências de marketing digital, “social media”, redes sociais e comunidades de relacionamento digital para aumentar a sua eficácia empresarial.

À medida que a sociedade evolui, os padrões de consumo se modificam e a tendência dos consumidores se aproxima mais da participação e não do consumo passivo, também o marketing evolui na sua forma de agir e pensar. No que diz respeito à utilização do marketing social e das redes, uma parte já significativa dos “marketeers” passou da fase experimental para a estratégica, usando esse canal como ferramenta imprescindível no seu mix de comunicação. Ainda que a massa dos profissionais de comunicação e marketing andem algures pelo meio, numa fase de testes, já existem algumas tendências facilmente identificadas como objectivos de retorno. Num estudo efectuado nos Estados Unidos, no seio dos profissionais de marketing social, estes são os padrões mais referidos como objectivo da utilização de “social marketing”:

1 – aumentar visitas e tráfego para um website
2 – aumentar a geração de contactos
3 – aumentar as vendas de produtos e serviços
4 – aumentar a eficácia nos motores de busca0( SEO )
5 – Aumentar a reputação da marca ou de produto
6 – Aumentar a notoriedade da marca ou de produto
7 – Reduzir o custo de aquisição de um produto
8 – Melhorar a política de Relações Públicas
9 – Melhorar a política de Apoio ao Cliente
10 – Reduzir custos na implementação de Sistemas de apoio ao cliente

Segundo este estudo efectuado pela Marketing Sherpa, verifica-se ainda que a maior tendência para o aumento da utilização das redes sociais como canal estratégico de comunicação e marketing, é o sector da revenda e comércio electrónico, seguidos pelo nicho dos media e imprensa. Curiosamente, um dos veículos de destino para as verbas do investimento vai para actividades os próprios colaboradores das empresas que são agora incentivados para a comunicação através de blogs, desenvolvimento de conteúdo e monitorização de redes sociais.






António de Castro
Social Media Manager
www.goweb.pt

As redes sociais geram negócios

In Blogroll on Dezembro 15, 2009 at 11:37 am

As redes sociais e os modelos de comunicação que envolvem as redes sociais, geram negócios para as empresas. O segredo é saber como as usar de forma eficaz e envolver os utilizadores/consumidores com objectivos bem definidos.

A suposição de que as redes sociais (ex: Facebook , Twitter), só interessam a grandes marcas – presente na cabeça de alguns gestores – é bem diferente do que as tendências de mercado demonstram, tomando como painel de amostra e referência as empresas dos Estados Unidos. Segundo um estudo da Vertical Response, 75% das empresas planeiam gastar uma parte do seu orçamento em “e-mail marketing” e “redes sociais”.

A par desta tendência de penetração das empresas nas redes sociais, verifica-se ainda que existe um investimento crescente em “search marketing”, para obter melhores resultados e posicionamento nos motores de busca e um decréscimo de investimento em publicidade veiculada através dos tradicionais banners, posicionados nos motores de publicidade como o Google Adwords, Anúncios Sapo, etc.

Embora as tendências possam variar de mercado para mercado, como tudo o que está relacionado com a a vida social e o comportamento sócio-económico dos consumidores e das empresas, é um indicador que reflecte as intenções de uso e os padrões emergentes que a sua empresa deve também considerar.

Precisa de ideias para dinamizar a sua presença nas redes sociais?
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António de Castro
Social Media Manager