António de Castro

Posts Tagged ‘social marketing’

Social Marketing: o que mais funciona!

In Blogroll on Janeiro 5, 2010 at 4:41 pm

Apesar da maior parte das empresas já ter noção da importância da sua presença no Facebook, existe ainda uma dúvida transversal acerca de como se relacionar de forma eficaz com os fãs, clientes, amigos ou seguidores, “nuances” da mesma moeda e capital social das redes. As tácticas de marketing mais frequentemente usadas pelas empresas não são necessariamente as mais eficazes. Dos dados disponíveis interessa reter que os métodos de comunicação mais usuais são a “actualização de estado” para canalização de visitas, seguido da construção de “amizades” com clientes recentes. Se analisarmos as empresas mais direccionadas ao consumidor, a táctica mais eficaz de relacionamento digital foi a criação de aplicações Facebook, princípio e prática apenas seguida por um quarto das empresas analisadas. Por outro lado, tanto as empresas B2B e B2C afirmaram que as sondagens são uma forma eficaz de relacionamento e envolvimento com os fãs.

No Twitter, e apesar das diferenças, a utilização deste canal de microblogging foi privilegiada para a angariação e aumento das visitas a sites, seguido de ligações a microsites promocionais. Uma vez mais, as tácticas de marketing social consideradas mais eficazes foram relacionadas com a monitorização de marcas e comentários negativos a produtos e serviços.

Tradução e adaptação de Emarketer.com

nota pessoal: efectivamente, ainda muito há a fazer no que diz respeito à canalização correcta de esforços de marketing social, cruzados com as taxas de eficácia. A maior parte das empresas portuguesas não faz ideia de como tirar partido da criação de um aplicativo Facebook, nem o consideram importante como instrumento vital de angariação de fãs. Parece ser uma crua realidade que a grande e comum táctica das pequenas e médias empresas é criar círculos de amigos sem grande distinção de perfis e interesses, para depois veicular informação e angariar visitas. Além da criação de páginas e grupos para a divulgação de mensagens em “massa”, pouco mais são os esforços de marketing visíveis no seio das PME’s, analisando o tema de forma superficial.



António de Castro
Social Media Manager

Social Marketing: uso e estratégias

In Blogroll on Dezembro 22, 2009 at 2:55 pm

redes sociais

a importância das redes sociais na estratégia de marketing

O marketing está a sofrer grandes alterações e a sua relação com as redes sociais é cada vez mais bilateral e estratégica. Faça com que a sua empresa acompanhe as novas tendências de marketing digital, “social media”, redes sociais e comunidades de relacionamento digital para aumentar a sua eficácia empresarial.

À medida que a sociedade evolui, os padrões de consumo se modificam e a tendência dos consumidores se aproxima mais da participação e não do consumo passivo, também o marketing evolui na sua forma de agir e pensar. No que diz respeito à utilização do marketing social e das redes, uma parte já significativa dos “marketeers” passou da fase experimental para a estratégica, usando esse canal como ferramenta imprescindível no seu mix de comunicação. Ainda que a massa dos profissionais de comunicação e marketing andem algures pelo meio, numa fase de testes, já existem algumas tendências facilmente identificadas como objectivos de retorno. Num estudo efectuado nos Estados Unidos, no seio dos profissionais de marketing social, estes são os padrões mais referidos como objectivo da utilização de “social marketing”:

1 – aumentar visitas e tráfego para um website
2 – aumentar a geração de contactos
3 – aumentar as vendas de produtos e serviços
4 – aumentar a eficácia nos motores de busca0( SEO )
5 – Aumentar a reputação da marca ou de produto
6 – Aumentar a notoriedade da marca ou de produto
7 – Reduzir o custo de aquisição de um produto
8 – Melhorar a política de Relações Públicas
9 – Melhorar a política de Apoio ao Cliente
10 – Reduzir custos na implementação de Sistemas de apoio ao cliente

Segundo este estudo efectuado pela Marketing Sherpa, verifica-se ainda que a maior tendência para o aumento da utilização das redes sociais como canal estratégico de comunicação e marketing, é o sector da revenda e comércio electrónico, seguidos pelo nicho dos media e imprensa. Curiosamente, um dos veículos de destino para as verbas do investimento vai para actividades os próprios colaboradores das empresas que são agora incentivados para a comunicação através de blogs, desenvolvimento de conteúdo e monitorização de redes sociais.






António de Castro
Social Media Manager
www.goweb.pt

As redes sociais geram negócios

In Blogroll on Dezembro 15, 2009 at 11:37 am

As redes sociais e os modelos de comunicação que envolvem as redes sociais, geram negócios para as empresas. O segredo é saber como as usar de forma eficaz e envolver os utilizadores/consumidores com objectivos bem definidos.

A suposição de que as redes sociais (ex: Facebook , Twitter), só interessam a grandes marcas – presente na cabeça de alguns gestores – é bem diferente do que as tendências de mercado demonstram, tomando como painel de amostra e referência as empresas dos Estados Unidos. Segundo um estudo da Vertical Response, 75% das empresas planeiam gastar uma parte do seu orçamento em “e-mail marketing” e “redes sociais”.

A par desta tendência de penetração das empresas nas redes sociais, verifica-se ainda que existe um investimento crescente em “search marketing”, para obter melhores resultados e posicionamento nos motores de busca e um decréscimo de investimento em publicidade veiculada através dos tradicionais banners, posicionados nos motores de publicidade como o Google Adwords, Anúncios Sapo, etc.

Embora as tendências possam variar de mercado para mercado, como tudo o que está relacionado com a a vida social e o comportamento sócio-económico dos consumidores e das empresas, é um indicador que reflecte as intenções de uso e os padrões emergentes que a sua empresa deve também considerar.

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António de Castro
Social Media Manager

Sou uma empresa digital ou estou apenas na net?

In Blogroll on Novembro 20, 2009 at 11:59 am

Pela experiência diária na gestão das necessidades e expectativas das empresas, posso afirmar que uma fatia bastante significativa encara já com naturalidade a sua presença na web, não apenas com sites institucionais ou dedicados ao e-commerce (b2c) mas também com plataformas altamente customizadas e desenvolvidas à medida dos objectivos, para geração de negócios entre parceiros empresariais (b2b).

É por isso realista afirmar que a utilização da internet nas empresas é tudo menos novidade. No entanto, se analisarmos a utilização dos canais e plataformas digitais ao serviço de políticas integradas de marketing, promoção e comunicação empresarial, é fácil perceber que o caminho seguido por muitas delas se distancia significativamente da eficácia pretendida com o investimento inicial. Porque uma coisa é estar na web, outra coisa é ser web de forma interiorizada.

A contínua transformação dos consumidores (mais selectivos e participativos) e a feroz concorrência, obriga as empresas a serem ágeis e rápidas na sua transformação. Os modelos locais de implementação de negócios, bens, produtos e serviços estão condicionados pela limitação populacional e pela concentração massiva de ofertas disponíveis para o mesmo universo de consumidores, tornando-se por isso fulcral a implementação de um de dois caminhos: apontar para nichos altamente específicos e facilmente fidelizáveis pela novidade e qualidade de serviço, ou lançar produtos para mercados internacionais, apoiados com presenças fortes e bem estruturadas em canais digitais de comunicação, com dinâmicas muito mais complexas do que a simples página na internet.

Se para uma fatia significativa das empresas ter um website “é suficiente”, sem actualidade e conteúdo que sustente o seu objetivo, nem formas de retenção e comunicação regular com os clientes, poder-se-á afirmar com clareza que o investimento efectuado é tão útil como comprar espaço publicitário na televisão, em horário nobre, e transmitir… nada! Os modelos de comunicação e promoção digital assentes nas TIC são agora bem mais complexos do que eram há meia dúzia de anos atrás e o lento acordar das empresas portuguesas para essas realidades, espelha a cultura média de gestão ultrapassada das de menor dimensão, com esquemas de gestão unipessoal centralizada.

O afirmação das redes sociais como canal promocional e plataforma de “social marketing” leva à acção urgente de quem ainda não está na “corrida social”. Se algumas delas já usam com conforto relativo os sites para comunicar “tangencialmente” com os seus clientes, estão ainda muito pouco sensibilizadas para as sofisticadas políticas de promoção social (social marketing), grupos colaborativos de angariação de negócios em rede (networking) e construção generalizada de um perfil digital de produto ou empresa, activo e participante na rede e com modelos sustentados de fidelização (social branding). É urgente que a revolução digital técnica já existente seja usada e acompanhada pela revolução de mentalidades, fazendo da web, ferramentas e canais da rede global um media 24 horas on-line, com pontos altos de interesse para as audiências/clientes.

Analisando genericamente os nossos clientes e o mercado, verifica-se essa política integrada apenas nos organismos de maior dimensão, onde as soluções são altamente costumizadas e vistas como um “tool mix”, onde se misturam e complementam ferramentas, constituindo um plano global estratégico: website à medida do modelo de negócio, técnicas de optimização de pesquisas em motores de busca, campanhas de marketing on-line, envios regulares de newsletters personalizadas e perfis sociais integrados (Twitter e Facebook), entre outros instrumentos. Esta é a postura inversa aos clientes de menor dimensão, cuja sensibilidade para a construção eficaz dessa presença é menor, ou escassa: e acrescento que não pelo investimento necessário, mas pela ausência de pensamento.

Os hábitos comportamentais, vícios de gestão e mentalidades pouco esclarecidas são ainda mais fortes do que a adopção de modelos digitais de sucesso, apostando em tecnologias relacionais, marketing social que aproximam as empresas dos seus clientes. Esta tendência, principalmente no tecido empresarial com caracteristicas mais reduzidas, é mais sentida e mais premente de ser mudada.

nota: artigo publicado no Tek Sapo.pt

António de Castro
Social Media Manager
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