António de Castro

Posts Tagged ‘social media’

Mudamos de Casa

In Blogroll on Maio 4, 2010 at 5:02 pm

Aviso à navegação 🙂

O webilidade, que tanto gostou de estar por cá, agora tem nova casa, mais confortável para todos vocês que me seguem tão gentilmente:

www.webilidade.com

Anúncios

Social Media Revolution – o maior evento global desde a revolução industrial?

In Blogroll on Janeiro 8, 2010 at 3:53 pm

O Admirável Mundo Novo, escrito em 1932 por Aldous Huxley,  é uma fantástica obra de literatura e das que mais me marcou na minha visão futurista sobre o que o mundo poderia vir a ser. Esta leitura, absorvida na minha adolescência, a par com o livro Big Brother, semeou em mim possibilidades fantásticas e links para realidades mentais dum futuro possível, mas nunca me poderia ter preparado para os fenómenos actuais dos media e da partilha de informação a um ritmo alucinante, em que cada pessoa é um editor de informação, jornalista social, influenciador de opiniões e relações públicas de conteúdo que lhe interessa e agrada. A revolução social e os novos media, principalmente através dos canais de comunicação e do que eles possibilitam, está a transformar a forma como vemos o mundo, interagimos com ele, com os amigos, com a sociedade e com as marcas e produtos de forma geral. Está a aproximar pessoas, a derrubar continentes e fronteiras, espalhando-se a uma velocidade impensável há 10 anos atrás.

Aproveito este pensamento para partilhar convosco este magnífico vídeo que espelha as dramáticas mudanças e os fabulosos números duma realidade quase “ficcionável”.


António de Castro
Social Media Manager

Social Marketing: o que mais funciona!

In Blogroll on Janeiro 5, 2010 at 4:41 pm

Apesar da maior parte das empresas já ter noção da importância da sua presença no Facebook, existe ainda uma dúvida transversal acerca de como se relacionar de forma eficaz com os fãs, clientes, amigos ou seguidores, “nuances” da mesma moeda e capital social das redes. As tácticas de marketing mais frequentemente usadas pelas empresas não são necessariamente as mais eficazes. Dos dados disponíveis interessa reter que os métodos de comunicação mais usuais são a “actualização de estado” para canalização de visitas, seguido da construção de “amizades” com clientes recentes. Se analisarmos as empresas mais direccionadas ao consumidor, a táctica mais eficaz de relacionamento digital foi a criação de aplicações Facebook, princípio e prática apenas seguida por um quarto das empresas analisadas. Por outro lado, tanto as empresas B2B e B2C afirmaram que as sondagens são uma forma eficaz de relacionamento e envolvimento com os fãs.

No Twitter, e apesar das diferenças, a utilização deste canal de microblogging foi privilegiada para a angariação e aumento das visitas a sites, seguido de ligações a microsites promocionais. Uma vez mais, as tácticas de marketing social consideradas mais eficazes foram relacionadas com a monitorização de marcas e comentários negativos a produtos e serviços.

Tradução e adaptação de Emarketer.com

nota pessoal: efectivamente, ainda muito há a fazer no que diz respeito à canalização correcta de esforços de marketing social, cruzados com as taxas de eficácia. A maior parte das empresas portuguesas não faz ideia de como tirar partido da criação de um aplicativo Facebook, nem o consideram importante como instrumento vital de angariação de fãs. Parece ser uma crua realidade que a grande e comum táctica das pequenas e médias empresas é criar círculos de amigos sem grande distinção de perfis e interesses, para depois veicular informação e angariar visitas. Além da criação de páginas e grupos para a divulgação de mensagens em “massa”, pouco mais são os esforços de marketing visíveis no seio das PME’s, analisando o tema de forma superficial.



António de Castro
Social Media Manager

Política, web 2.0 e comunicação em social media

In Blogroll on Novembro 16, 2009 at 3:32 pm

A importância das redes sociais, da interacção e da mobilização de actividades, partilha de conhecimento e acções que são provocadas por estímulos virais, é uma realidade. Ainda que muita da interacção efectuada seja extremamente superficial, pouco focada e apenas causada por um apelo comportamental ao “clica”, “junta-te”,”gostas?” e outros similares, a verdade da importância das redes sociais é intransponível.

Enquanto muitas agências de comunicação, publicidade e até algumas ditas especializadas em marketing político ou assessoria de comunicação política ainda apostam única e exclusivamente em meios convencionais, tradicionais e gastos, com formas nula de participação do eleitorado, alguns ilustres pensadores saem do quadrado e optimizam as suas campanhas para que elas atinjam os utilizadores de acordo com os seus media de eleição. Há alguns anos, a segmentação de um determinado anúncio e o respectivo budget, era racionalizado e pensado para atingir com o máximo de eficácia a sua audiência, usado lógicas multi-canal, com comunicação desenhada e pensada para os respectivos media.

Ainda existe um profundo amadorismo quando se tentam vender campanhas e presenças digitais na web, sem olhar aos veículos mais adequados, perfis das redes e instrumentos a usar dentro das mesmas. Nessa limitada visão, o que interessa é estar na web, nas redes sociais e na esfera digital colaborativa. No fundo, o que o amadorismo diz é que basta ter um canal e estar lá … nem que dispondo do tempo de antena se fique a fazer ruído o tempo todo …

Media tradicionais vs Citizen Journalism

In Blogroll on Abril 27, 2007 at 8:43 am

digital.jpgOs media tradicionais têm em cada um dos seus leitores um potencial repórter. Vendem apenas conteúdos quando a cidadania digital se exerce cada vez mais agindo sobre a informação, produzindo-a e gerando conteúdos que circulam nos telemóveis, pen drives, laptops, comunidades e fóruns. O conceito centralizado de media acabou. Resta tomar consciência disso mesmo.

Os media tradicionais têm sofrido o brutal impacto da Internet e de pequenas revoluções tecnológicas possibilitadas pelo crescente número de aplicações on-line e grátis, que permitem e fomentam o associativismo, a facilidade de produção e publicação da informação. Os jornais – ou a grande maioria dos lusos órgãos -, ainda presos ao tradicional modelo de produção, edição e publicação de informação impressa, perdem progressivamente audiência e consequente ocupação do espaço publicitário, um dos factores fundamentais de subsistência de um modelo de negócio que necessita de uma urgente actualização estratégica, tecnológica e ideológica.

Leia o resto deste artigo »